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Vândalos danificam lixeiras subterrâneas da orla da Pajuçara, em Maceió

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Vândalos danificam lixeiras subterrâneas da orla da Pajuçara, em Maceió

Instaladas em fevereiro deste ano pela Prefeitura de Maceió, as lixeiras subterrâneas do calçadão da Avenida Dr. Antônio Gouveia, na Pajuçara, responsáveis pela coleta de de lixo orgânico, reciclável e rejeitos, sofreram vandalismo por parte da população. O fato foi registrado pelos garis da Autarquia Municipal de Desenvolvimento Sustentável e Limpeza Urbana (Alurb), responsáveis pelo recolhimento.

Alguns equipamentos tiveram suas tampas arrancadas, prejudicando o funcionamento mecânico das lixeiras, uma vez que são eletrônicas e as águas pluviais as prejudicam. Ademais, a tentativa de forçar a entrada de uma cadeira no interior da lixeira também foi relatada pelas equipes da Alurb.

Equipamentos tiveram as tampas arrancadas, prejudicando o funcionamento do mecanismo interno. Foto: Crystália Tavares/Ascom Alurb
Equipamentos tiveram as tampas arrancadas, prejudicando o funcionamento do mecanismo interno. Foto: Crystália Tavares/Ascom Alurb

Kedyna Tavares, diretora-executiva, pede a colaboração dos cidadãos nos cuidados com a capital.

“Não é a primeira vez que registramos casos de vandalismos em equipamentos nossos, acontece também com os PEVs. A gente pede que a população cuide junto conosco, pois se trata de dinheiro público sendo desperdiçado, quando na verdade deveria ser economizado, tendo em vista que a lixeira evita que o lixo seja arrastado pelas chuvas e melhora a estética das regiões”, disse.

A coleta mecanizada de resíduos sólidos comuns utiliza o Sistema de Contentores Subterrâneos (SCS), sendo uma tecnologia amplamente utilizada na Europa e ainda pouco implementada no Brasil. Consiste no armazenamento de resíduos abaixo do nível do solo, tornando a cidade esteticamente mais bonita, sem lixeiras cheias, transbordando de lixos.

“Não queremos que esse fato se repita. Então, se preciso, iremos buscar as autoridades e as medidas cabíveis a fim de evitar os gastos extras, que poderiam ser investidos em outras tecnologias”, completou a diretora.

Por Secom – Maceió

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