Durante a visita à unidade de ensino, representantes do Sinteal conversaram com a direção escolar para acompanhar a situação e ouvir as demandas da comunidade educacional
O Sinteal, por meio do Núcleo Regional de Penedo, realizou uma visita à Escola Estadual Professor João Valeriano de Oliveira após o caso envolvendo ameaças de ataque em massa e apologia ao nazismo registrado na unidade escolar na última sexta-feira, 08 de maio.
De acordo com a entidade sindical, a visita ocorreu após a repercussão do episódio identificado pela direção da escola. Conforme a nota, pichações com ameaças de massacre e conteúdos ligados ao nazismo foram encontradas no banheiro da escola. As mensagens também continham ameaças de morte direcionadas a professores, gestores e articuladores da unidade.
Ainda de acordo com as informações divulgadas, a escola acionou imediatamente os protocolos de segurança, o que levou à apreensão de armas brancas, luvas, capuz e dispositivos eletrônicos contendo conteúdos classificados como terroristas em posse de um estudante. O adolescente foi conduzido à Polícia Civil, onde passou pelos procedimentos legais e permanece à disposição da Justiça.
Durante a visita à unidade de ensino, representantes do Sinteal conversaram com a direção escolar para acompanhar a situação e ouvir as demandas da comunidade educacional. Em seguida, a entidade esteve na sede da 9ª Gerência Especial de Educação (9ª GEE), onde solicitou urgência na reposição do vigilante da escola.

Gestão escolar identificou pichações com conteúdo de apologia ao nazismo e ameaças de massacre no banheiro da unidade.
Segundo o sindicato, o servidor responsável pela vigilância da unidade encontra-se afastado após procedimento cirúrgico, deixando a escola sem controle fixo de acesso, situação considerada preocupante diante do caso registrado.
Na nota, o Sinteal destacou que a segurança no ambiente escolar é essencial para garantir a integridade de estudantes, professores e demais profissionais da educação. “A segurança nas escolas é uma condição fundamental para o exercício digno do trabalho docente e para a proteção de toda a comunidade escolar”, afirmou a entidade.
O sindicato informou ainda que seguirá acompanhando os desdobramentos do caso e cobrando providências da Secretaria de Estado da Educação de Alagoas (Seduc) para reforçar a segurança na unidade escolar.
