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Alagoas

Saúde promove oficina sobre novas tecnologias de controle das arboviroses

Iniciativa ocorre até quarta-feira (25), em parceria com o Ministério da Saúde e a Fiocruz - Foto: Assessoria

A Secretaria de Estado da Saúde de Alagoas (Sesau), em parceria com o Ministério da Saúde e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), iniciou, nesta terça-feira (24), a I Oficina sobre Novas Tecnologias de Controle Vetorial das Arboviroses. O evento segue até esta quarta-feira (25) e acontece no Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde (ICBS), da Universidade Federal de Alagoas (Ufal).

Participam da oficina especialistas, técnicos e gestores dos governos federal, estadual e municipais. Além de Arapiraca, o encontro reúne profissionais de Maceió, Rio Largo, Delmiro Gouveia, Coruripe, São Miguel dos Campos, Marechal Deodoro, Penedo, União dos Palmares e Palmeira dos Índios.

O coordenador do Programa Estadual de Controle de Zoonoses da Sesau, Clarício Bugarim, explicou que o encontro tem como objetivo fortalecer estratégias de prevenção e combate a doenças como dengue, zika e chikungunya.

“É um momento histórico, de incorporação de novas tecnologias no combate ao Aedes aegypti no estado. Com isso, fortalecemos, em todo o território alagoano, as ações contra o mosquito e as principais arboviroses, além de promover mais saúde para a população”, destacou.

Representando a Fiocruz, o pesquisador José Bento Pereira Lima ressaltou a importância da capacitação para a implementação das ovitrampas — armadilhas utilizadas para monitorar a densidade de ovos do Aedes aegypti em pontos estratégicos das cidades. A tecnologia permite direcionar com maior precisão as medidas de combate ao mosquito transmissor das arboviroses.

“Essa metodologia de vigilância permitirá identificar as áreas com maior infestação do vetor, possibilitando direcionar as ações de controle e reduzir o impacto das doenças que tanto afetam a população. Com a ferramenta, conseguimos tornar o enfrentamento mais estratégico e eficiente, contribuindo para a diminuição das arboviroses”, pontuou o pesquisador.

Agência Alagoas