A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) segue com o monitoramento diário dos quatros casos notificados suspeitos da influeza A, a conhecida H1N1. O monitoramento está sendo realizado por meio do Centro de Informações Estratégias e Resposta em Vigilância em Saúde (Cievs), setor que é ligado à Diretoria de Vigilância em Saúde da SMS.
Na capital, as unidades sentinelas ( que identificam, investigam e notificam os casos de doenças), realizam a coleta da secreção localizada na cavidade entre o nariz e a faringe para monitoramento dos tipos de vírus em circulação. Os mini pronto socorros Assis Chateaubriand e João Fireman e outras duas unidades, o Hospital Hélvio Auto e o Hospital Geral do Estado (HGE), realizam esse monitoramento. Os casos notificados ainda estão em processo de investigação, aguardando resultado laboratorial..
Segundo a coordenadora do Programa Nacional de Imunização (PNI) da SMS, Eunice Raquel Amorim, a campanha anual de vacinação está prevista para o dia 30 de abril, podendo ser antecipada, dependendo do repasse das doses da vacina, feito pelo Ministério da Saúde (MS) e Secretaria Estadual de Saúde (Sesau).
A SMS informa ainda que o Tamiflu, antigripal utilizado no tratamento da influeza A (H1N1), mostra-se bastante eficaz em indivíduos hospitalizados e em estado grave, diminuindo o tempo de internação e de permanência na UTI. No município, o medicamento é fornecido de forma individualizada e não ficando disponível nas farmácias das unidades básicas de saúde.
A vacina
A vacina protege contra três subtipos do vírus da gripe (A/H1N1; A/H3N2 e influenza B). Com a vacinação, é possível impedir que o vírus da gripe evolua para formas mais graves como pneumonia, por exemplo, entre outras complicações.
O Ministério da Saúde informa ainda que estudos apontam que a vacinação pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza.
