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Maceió

Projeto Golfinho segue até o dia 1º de fevereiro na Pajuçara

Crianças se divertem e aprendem na Pajuçara

O Projeto Golfinho que começou este ano, no dia 9 de janeiro, continua fazendo a alegria da criançada na Orla da Pajuçara, em Maceió. Nesta edição, foram disponibilizadas 600 vagas, cem a mais que no ano passado. Destas 600 vagas, 200 foram preenchidas por crianças carentes residentes em áreas atendidas pela Braskem, como Pontal e Trapiche da Barra, e as outras 400 preenchidas através da inscrição pelo site.
O Projeto que segue até o dia 1º, sexta-feira da próxima semana, busca ensinar conhecimentos práticos e teóricos sobre o mar, como animais marinhos, relevo e correntes marítimas, além de ensinar sobre as situações de risco que surgem em um simples banho de mar.

Idealizado pelo Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas (CBMAL), O projeto acontece anualmente, durante as férias de janeiro, na orla de Pajuçara e une um conjunto de atividades com o objetivo de fornecer às crianças noções básicas de segurança nas atividades aquáticas, primeiros socorros, natação e esportes em geral, salvamento, preservação do meio ambiente e princípios de civismo e patriotismo.

Além disse, os bombeiros que fazem parte do projeto, repassa para as crianças, ensinamentos sobre o serviço desempenhado pelos bombeiros, dicas de segurança, bullying, dengue, meio ambiente, entre outros temas importantes para a formação dos futuros cidadãos alagoanos.

Todas as crianças que participam do projeto, estão matriculadas na escola da rede pública e devem ter uma frequência escolar mínima de 80%. A família deve ter uma renda máxima de dois salários mínimos.

Amanda, 9, golfinha do Nemo, está participando pela primeira vez da colônia de férias e tem muito conhecimento para repassar. “É muito bom participar do CRAS e do Golfinho. Aqui aprendemos a cuidar da natureza, a socorrer alguém, e o que mais gostei foi aprender a salvar uma criança engasgada”, contou a golfinha. Ela já avisou que quer participar do projeto todos os anos.

“Estas crianças do abrigo, muitas vezes, não tiveram o amor dos pais e por isso têm muita dificuldade de se relacionar, de dar e de receber carinho. Fico sempre muito emocionada quando percebo que através do Golfinho elas estão mudando”, contou a instrutora do Projeto, Tenente Chyara Paiva.