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Projeto promove atendimento gratuito e aberto à comunidade

O Projeto “Meu Pet, Minha Responsabilidade”, da Escola Estadual Princesa Isabel, no Cepa, levará atendimento veterinário gratuito e aberto a toda a comunidade nesta sexta-feira (19). O evento acontece das 9h às 17h, na quadra de esportes da escola e, além de atendimento veterinário, contará com uma feira de adoção de cães e gatos e um desfile canino. As ações acontecem em parceria com o GRUPEQUI, grupo de pesquisa do curso de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e com o projeto Focinho Responsável.

Os procedimentos veterinários incluem exames de sangue, consultas e aplicação de vacinas e não precisam de agendamento prévio. Já para o desfile/show pet de cães de pequeno e médio porte, é necessário agendamento prévio pelo formulário clicando aqui.

“Será um prazer receber a comunidade no próximo dia 19 para ter os seus animais bem cuidados e colocar os exames e vacinas em dia. A expectativa também é que a campanha de adoção seja um sucesso e ajude mais animais a conseguirem um lar”, estima a diretora Joseane Martins.

O projeto

O projeto “Meu Pet, Minha Responsabilidade” busca conscientizar os estudantes sobre ética animal e o combate aos maus tratos. A iniciativa nasceu de um Projeto Integrador (PI), atividade do ensino integral onde os estudantes promovem propostas e ações para atender às demandas da comunidade.

Anabel Silva, idealizadora e coordenadora do PI, explica que tudo começou há aproximadamente um ano, quando se percebeu a afinidade dos alunos com os “pets” que circulavam nos arredores do Cepa.

“Depois dos problemas ocasionados pela mineração no bairro do Pinheiro, muitos animais, principalmente gatos, foram abandonados e vieram parar no Cepa. E daí surgiu a ideia de um projeto de conscientização onde nossos alunos são protagonistas na proteção de animais”, revela.

O projeto saiu do mundo das ideias e foi colocado em prática junto aos estudantes do 2º ano do ensino médio. Em seguida, o GRUPEQUI/UFAL, grupo de pesquisa e extensão, e o Focinho Responsável, canal de adoção do Programa de Apoio aos Animais, firmaram parceria e elaboraram uma série de atividades semanais com os estudantes, que envolveram palestras, campanhas de adoção por outras escolas do Cepa e uma visita ao curso de Medicina Veterinária da Ufal, em Viçosa, para acompanhar a rotina dos profissionais que dedicam o seu tempo no cuidado com os animais.

Parcerias

Pierre Escodro, professor da Ufal e coordenador do GRUPEQUI/UFAL fala sobre a parceria com a escola. “São dois projetos que se juntam com essa mesma finalidade de promover a conscientização sobre a importância do bem estar dos animais e da adoção responsável”, diz.

Sharacely Farias, uma das pesquisadoras do GRUPEQUI/UFAL, diz que tem sido um prazer colaborar com o projeto, visto que, ensinando os estudantes a protegerem os animais, torna-se possível diminuir o índice de maus tratos. “Quando trabalhamos desde cedo a ética animal com os jovens, ajudamos a combater os maus tratos, pois eles aprendem na escola, replicam em casa e na comunidade e acabam conscientizando também outras pessoas”, detalha.

Repercussão nos estudantes 

O projeto tomou tamanha repercussão e interesse dos alunos que, seis deles, foram contemplados com bolsas de iniciação científica pagas pela Fundepes – Fundação Universitária de Desenvolvimento de Extensão e Pesquisa – para atuar no GRUPEQUI/UFAL e dar continuidade às atividades.

Além dos bolsistas da Fundepes que atuam em parceria com o GRUPEQUI, mais dez estudantes foram contemplados com bolsas do Programa de Iniciação Científica (Pibic Jr) pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas (Fapeal). “Juntando as duas frentes, temos 16 bolsistas e dois voluntários atuando nestes projetos que buscam refletir sobre como a comunidade aqui do Cepa enxerga os animais, abordando questões como combate aos maus tratos e adoção responsável”, conta o professor Carlos Fernandes, que coordena o grupo de bolsistas do Pibic Jr.

Erick Pompilio é aluno da 3a série do ensino médio e participa do projeto desde o início. Para ele, trata-se de uma experiência divisora de águas.

“O projeto mudou minha forma de pensar. Antes, eu não tinha ideia da importância de muitas coisas em relação ao cuidado animal, como reservar um tempo do dia para brincar com ele ou ter uma rotina regular de passeios. Também não conhecia as leis e órgãos para a população denunciar maus tratos”, revela.

Gabriela Melo também relata a sua satisfação em colaborar com o projeto. “Para mim é muito importante fazer parte de todas essas ações de conscientização. Quanto mais o assunto é falado, mais a comunidade se conscientiza”, diz a estudante que é também da 3a série do ensino médio.

Por Assessoria

 

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