O levantamento mais recente do Procon Maceió, realizado nos dias 19 e 20 de fevereiro de 2026, identificou grandes diferenças de preços entre itens da cesta básica vendidos em supermercados, hipermercados e atacarejos da capital. A pesquisa analisou 17 produtos essenciais e tem como objetivo orientar os consumidores e estimular a concorrência entre os estabelecimentos. Confira a pesquisa aqui.
Entre os itens com maiores diferenças de valores estão a manteiga, encontrada de R$ 4,69 até R$ 18,90; o flocão de milho, com preços entre R$ 0,99 e R$ 3,29; a margarina, variando de R$ 2,79 a R$ 9,35; e o leite líquido integral, com valores entre R$ 3,49 e R$ 9,90. Produtos como arroz, farinha de mandioca, ovos e café também apresentaram diferenças expressivas entre os estabelecimentos pesquisados.
De acordo com a coordenadora de pesquisa do órgão, Luísa Goulart, o levantamento é uma ferramenta importante para ajudar a população a economizar no dia a dia.
Segundo ela, a pesquisa permite que o consumidor tenha acesso a informações atualizadas sobre preços e reforça a importância de comparar valores antes de realizar as compras, já que a escolha do local e da marca pode impactar significativamente no orçamento familiar.
O levantamento também mostrou que o custo total dos itens analisados pode variar bastante dependendo do estabelecimento escolhido, o que reforça a necessidade de planejamento e pesquisa por parte do consumidor.
O Procon Maceió orienta que consumidores que identifiquem irregularidades, divergência de preços ou práticas abusivas podem registrar denúncia por meio dos canais oficiais: ligação gratuita pelo 0800 082 4567 e WhatsApp (82) 98882-8326.
Além do monitoramento de preços, o órgão mantém o programa De Olho na Validade, que incentiva a população a verificar sempre a data de vencimento dos produtos antes da compra. Caso o consumidor encontre item vencido nas prateleiras, ele tem direito à substituição por outro produto idêntico e dentro do prazo de validade, conforme prevê a legislação. A iniciativa busca prevenir riscos à saúde e fortalecer relações de consumo mais seguras e transparentes.
Agência Brasil
