O gestor justificou sua escolha pelos investimentos realizados no município e pela defesa da democracia
O prefeito de Penedo, Ronaldo Lopes, reafirmou apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante entrevista à radialista Martha Martyres nesta segunda-feira, 19 de outubro. O gestor justificou sua escolha pelos investimentos realizados no município e pela defesa da democracia.
Ao falar sobre a eleição, Ronaldo relembrou o período da ditadura militar, quando morou em Recife, e manifestou preocupação com discursos que, segundo ele, ameaçam as instituições democráticas.
“Eu não quero ver de novo o Brasil, pelo menos os nossos jovens, os estudantes, vivendo um momento como aquele, que você tinha medo de ir para a rua, tinha medo de falar na rua”, afirmou.
O prefeito disse respeitar quem pensa diferente, inclusive familiares e amigos que apoiam outro candidato, mas deixou claro seu posicionamento. “Eu, pessoalmente, vou, com convicção, votar no presidente Lula. Votar no 13, porque eu acho que a democracia tem que prevalecer”, declarou.
Ronaldo também destacou os investimentos que, segundo ele, chegaram a Penedo nos últimos quatro anos, com obras de pavimentação, construção de creches e escolas e melhorias na infraestrutura. O gestor comparou esse período à sua experiência anterior à frente da Prefeitura e afirmou que, naquela época, não conseguiu viabilizar obras como casas populares, unidades de saúde e creches por falta de interesse do Governo Bolsonaro.
Ponte entre Penedo e Neópolis
Durante a entrevista, Ronaldo também atribuiu ao atual governo federal o avanço do projeto da ponte entre Penedo, em Alagoas, e Neópolis, em Sergipe. Segundo ele, houve tentativas de viabilizar a obra na gestão anterior, mas faltaram recursos previstos no orçamento para sua execução.
Para o prefeito, a construção da ponte, tirada do papel no Governo Lula, representa uma oportunidade de fortalecer a economia e facilitar o deslocamento entre os dois estados.
Ao reafirmar seu voto em Lula, Ronaldo voltou a defender políticas públicas voltadas à população mais carente e ressaltou que não pretende esconder sua posição política. “Está decidido: vou votar pela democracia, vou votar pelo povo que mais precisa”, concluiu.
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