Associação criminosa é responsável por causar um prejuízo de mais 200 mi a Caixa
Em coletiva realizada nesta quinta-feira (28), a Polícia Federal repassou para a imprensa os detalhes da Operação Cabala, deflagrada nas primeiras de hoje em Alagoas e outros cinco estados.
De acordo com Antônio Carvalho, delegado que comandou as investigações, a associação criminosa é responsável por fraudar o programa Minha Casa, Minha Vida e causar um prejuízo de mais 200 milhões a Caixa Econômica Federal.
O alvo dos suspeitos eram pessoas cadastradas no programa Bolsa Família, que tinham renda aproximada de R$ 120 reais, ou seja, que não possuíam capacidade financeira de adquirir imóveis.
Ao todo, 37 pessoas foram indiciadas pelos crimes de associação criminosa, uso de documento falso e pela Lei do Colarinho Branco. Destas, 11 empresários que atuam nas cidades de Teotônio Vilela, São Miguel dos Campos e Penedo, além de outros 14 empregados da Caixa Econômica prestaram depoimentos.
No crime, os funcionários da Caixa Econômica Federal agiam como facilitadores na obtenção dos documentos necessários para que o golpe fosse construído e agilizado.
