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Médicos e enfermeiros são capacitados sobre Toxoplasmose Gestacional e Congênita

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Médicos e enfermeiros são capacitados sobre Toxoplasmose Gestacional e Congênita

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), por meio da Supervisão de Cuidados à Mulher, Criança, Adolescente e Rede Cegonha (Sumca) e da Secretaria de Vigilância em Saúde (Sevisa), promoveu, nesta terça-feira (21), uma Capacitação sobre Toxoplasmose Gestacional e Congênita. A iniciativa, destinadas a médicos e enfermeiros que atuam nas III, IV e V regiões de Saúde de Alagoas – que compreende 27 municípios da Zona da Mata, Vale do Paraíba e Litoral Sul – aconteceu no auditório da Universidade Maurício de Nassau (Uninassau), no bairro Farol, em Maceió.

A toxoplasmose é uma infecção causada pelo protozoário toxoplasma gondii, encontrado nas fezes de gatos e outros felinos, que se hospeda em humanos e outros animais. Em Alagoas, de janeiro até agora, foram confirmados 61 casos de toxoplasmose gestacional e 19 de toxoplasmose congênita. Em todo o ano de 2023, foram registrados 245 casos de toxoplasmose gestacional e 46 toxoplasmose congênita em Alagoas.

A técnica da Supervisão da Saúde da Mulher, Criança e Adolescente da Sesau, Lavínia Rufino, explicou que o treinamento visa orientar os profissionais de saúde sobre o perfil epidemiológico, diagnóstico e tratamento oportuno da doença. “Já existe exames e medicações que são preconizadas pelo Ministério da Saúde. Por isso, nosso objetivo é para que nesses momentos de capacitações, consigamos investir mais na prevenção, para diagnosticar em tempo oportuno e o tratar de forma adequada”, destacou.

Lavínia Rufino esclareceu, também, que a doença é causada pela ingestão de água ou alimentos contaminados, sendo transmitida por animais. Em casos de gestantes com toxoplasmose, é importante a realização de consultas de pré-natal, pois podem permanecer sem sinais e sintomas. “Ressaltamos sempre que todos, principalmente, as gestantes, devem realizar a prevenção da doença, evitando contato com água contaminada ou alimentos mal lavados ou mal cozidos, além de fezes contaminadas de animais felinos”, orientou.

 

Já a técnica do Programa Estadual de Vigilância e Controle das Zoonoses da Sesau, Bianca Suruagy, enfatizou a importância da capacitação para a conscientização dos profissionais sobre a notificação de casos nos municípios. “Precisamos incentivar a todos os profissionais que atuam na ponta, na Atenção Básica e na Vigilância em Saúde, que realizem a notificação, com o preenchimento adequado da ficha, visando conhecer o cenário epidemiológico do Estado”, enfatizou.

Por Agência Alagoas

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