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Alagoas

Estudantes da rede estadual conscientizam população sobre a limpeza e manutenção do Rio Meirim

A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) vem reforçando as diretrizes de segurança alimentar em toda a rede pública estadual. Por meio da Superintendência de Alimentação Escolar (Supae), o órgão mantém um cronograma de visitas técnicas, monitoramento de estoque e capacitação contínua de merendeiras e nutricionistas, visando garantir que as refeições servidas aos estudantes sigam os mais altos padrões de higiene e nutrição.

Rigor no recebimento e armazenamento

O controle começa muito antes do prato chegar à mesa. Cada escola possui um fluxo de recebimento em que a qualidade dos insumos é checada no ato da entrega. Segundo a superintendente de Alimentação Escolar da Seduc, Raquel Vasconcelos, o manejo correto é o que garante a integridade dos alimentos.

“Nosso protocolo é claro: o alimento só deve entrar na despensa após uma inspeção. Orientamos que o estoque seja organizado semanalmente, seguindo o sistema de Primeiro que Vence, Primeiro que Sai (PVPS) e as normas da vigilância sanitária. Quando identificamos qualquer desvio nesse processo, as medidas administrativas são imediatas”, afirma a superintendente.

Fiscalização e capacitação das merendeiras

Além do suporte técnico diário, a Supae realiza vistorias nas escolas através dos Núcleos de Alimentação Escolar das Gerências Especiais de Educação. Ao detectar falhas pontuais de armazenamento, como ocorrido recentemente na capital, o lote é descartado, o ambiente é higienizado e processos administrativos são abertos para apurar a responsabilidade das equipes de gestão e nutrição da unidade. O elo final são as merendeiras, que recebem treinamentos periódicos sobre o manejo desses alimentos. O objetivo é que cada profissional seja um fiscal da qualidade dentro da cozinha.

“A alimentação escolar em Alagoas é referência. Não admitimos falhas que comprometam a saúde do aluno. Estamos intensificando o monitoramento e a presença das nossas equipes de alimentação e nutrição no chão das escolas para que o padrão seja um só em todo o estado”, conclui Raquel Vasconcelos.

Agência Alagoas