As escolas da rede estadual de ensino têm até o próximo dia 12 para realizar a escolha dos livros didáticos para os anos finais do Ensino Fundamental, que serão trabalhados pelos professores e estudantes durante o triênio 2014 – 2016. O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) disponibiliza, no âmbito do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), a relação de títulos para aquisição no link www.fnde.gov.br.
Das 710 unidades de ensino que aderiram ao mecanismo de escolha, 183 já finalizaram o processo de aquisição dos livros didáticos, realizado por meio do acesso a um sistema online, com senhas e usuários privados, distribuídos pelo Governo Federal por meio de um documento enviado pelo FNDE no último mês de julho.
Segundo a técnica da Secretaria de Estado da Educação e do Esporte (SEE) e coordenadora estadual do programa, Nali Cristina dos Santos, a possibilidade de escolha dos livros que serão trabalhados pelos professores nas escolas durante três anos é uma medida democrática que deve ser aproveitada.
“A escolha dos livros didáticos deve ser realizada de acordo com a proposta pedagógica da escola, de forma que melhor atendam as necessidades das disciplinas. O livro não representa apenas apoio pedagógico, mas é considerado um dos principais instrumentos de incentivo à aprendizagem e de estímulo do aluno”, ressaltou.
Critérios
Os professores devem eleger critérios que melhor atendam às necessidades da disciplina que lecionam, seja em relação à forma como o livro aborda os conteúdos, à dinâmica de atividades possíveis, se o livro motiva o alunado, entre outros. O Guia de Livros Didáticos, com resenhas sobre cada título, foi disponibilizado pelo fundo em versão impressa e digital em junho e também pode ser acessado pelo site do FNDE.
“Todas as orientações sobre o processo de escolha foram repassadas anteriormente em encontros promovidos com todas as coordenadorias de educação. É importante que os gestores e professores não deixem pra fazer o registro em cima da hora, porque o sistema fica congestionado e impossibilitado de realizar as operações”, alertou a coordenadora.
“A escola que não realizar o processo de escolha não vai ficar sem livro, pois o aluno não poderá ser prejudicado, mas o professor terá que trabalhar um livro que não foi escolhido por ele. Neste caso, o título utilizado será o que mais foi adquirido no Estado”, acrescenta.
