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Sergipe

Em Porto da Folha, Belivaldo Chagas inaugura ponte sobre o Rio Campos Novos

O governador Belivaldo Chagas esteve no município de Porto da Folha, Sertão sergipano, na tarde desta sexta-feira (25) para realizar a entrega da ponte sobre o Rio Campos Novos. A construção liga a sede de Porto da Folha ao povoado Lagoa da Volta e demais localidades, e era uma obra muito aguardada pela população que transita pela região. Com investimentos de R$ 3.985.630,30, oriundos do Programa de Apoio ao Investimento dos Estados (Proinveste), a ponte foi construída em concreto armado com guarda-rodas, tem 88,98 metros de extensão, 11 metros de largura, 6 metros de altura no ponto máximo do vão central, além de passeio para pedestres e animais com 1,5 metro de largura.

“É um investimento de quase R$ 4 milhões. Quem vive aqui, já sofreu muito por conta da falta de uma obra como esta. Quando tínhamos chuvas com altas pancadas d’água, praticamente isolava a população do povoado da sede. Cerca de um ano e meio depois, estamos entregando a obra. É assim que nós vamos seguir, apesar das dificuldades, onde temos recursos, nós vamos trabalhando, planejamento e projetando. Na expectativa de que as coisas aconteçam para que a gente possa realizar mais obras para o município”, declarou Belivaldo.

O governador destacou o trabalho da Secretaria de Infraestrutura, atualmente renomeada como Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Sustentabilidade, bem como da equipe do DER. Belivaldo ainda ressaltou a atuação do ex-governador Jackson Barreto, que iniciou a obra com a liberação para a construção. “Se eu fosse um ingrato, não estaria fazendo nenhuma questão da presença de Jackson aqui. Se a obra tem um ano e meio, praticamente mais da metade da obra foi do governo de Belivaldo, a partir de abril. Mas o que eu tenho que reconhecer é que quem primeiro teve o olhar foi esse povo, que reivindicou, e segundo, foi Jackson, que estava como governador para determinar que se fizesse a obra. E ela se tornou uma realidade. E quem sabe um dia, se a gente tiver a condição financeira, fazer oito até dez quilômetros de asfalto, depois faz o restante, para escoar a produção”, disse.