Em cerimônia realizada no último sábado, dia 31 de janeiro, foram conhecidos os vencedores da 18ª Mostra de Cinema de Tiradentes, na cidade histórica mineira. A mostra, que começou no dia 23, exibiu nesta edição 128 filmes brasileiros, e recebeu 35 mil participantes ao longo dos nove dias de evento.
O vencedor da mostra Aurora, pelo Júri da Crítica, foi o longa-metragem “Mais do que eu possa me reconhecer”, de Allan Ribeiro. O filme, que acompanha o artista plástico Darel Valença Lins em sua relação com a vídeo-arte, ganhou o Troféu Barroco, prêmio oficial do festival, e também o prêmio Itamaraty, no valor de R$ 50 mil.
O longa-metragem favorito do público do evento foi o mineiro “O dia do Galo”, de Cris Azzi e Luiz Felipe Fernandes, exibido na Mostra Praça. “O dia do Galo” documenta a vitória do Clube Atlético Mineiro na Copa Libertadores da América, da perspectiva de dez torcedores, filmados durante 24 horas.
Já na opinião do Júri Jovem, responsável pela escolha do vencedor da Mostra Transições, o melhor filme foi o longa “O tempo não existe no lugar onde estamos”, de Dellani Lima.
Curtas-metragens premiados
Entre os curtas-metragens, o Júri da Crítica definiu “Estátua!”, de Gabriela Amaral Almeida, exibido na mostra Foco, como melhor filme, fazendo jus aos prêmios de parceiros da mostra. Para o júri popular, o curta-metragem vencedor foi “De castigo”, dirigido por Helena Ungaretti. Já o curta “Outubro acabou”, de Karen Akerman e Miguel Seabra Lopes, foi agraciado com o Prêmio Aquisição Canal Brasil, no valor de de R$ 15 mil.
