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Comissão continuará a discutir novo Estatuto do Desarmamento

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Comissão continuará a discutir novo Estatuto do Desarmamento

Em razão do início da Ordem do Dia no Plenário da Câmara, o presidente da comissão especial que analisa mudanças no Estatuto do Desarmamento, deputado Marcos Montes (PSD-MG), encerrou os trabalhos há pouco e convocou nova reunião para esta quarta-feira (21), às 13h30, a fim de continuar a discussão da matéria.

Um pouco antes, o deputado Glauber Braga (Psol -RJ) afirmou que as alterações propostas na lei pelo deputado Laudivio Carvalho (PMDB-MG), relator do Projeto de Lei 3722/12 e apensados, são “péssimas e aumentam o número de homicídios no Brasil.” Entre outros pontos, o substitutivo de Carvalho reduz de 25 para 21 anos a idade mínima para um cidadão comprar armas.

Na avalição de Braga, o argumento da “legítima defesa” é falho. “Que legítima defesa é essa que permite que uma única pessoa compre 600 munições por ano? É, no mínimo, brincar com nossa inteligência”, criticou Braga.

O deputado disse ainda que a redução do número de homicídios e o fim dos conflitos armados não interessam àqueles que perderiam espaço e poder com isso. “Quem defende esse relatório são aqueles que querem construir e acumular poder por meio da morte de muitos policiais e cidadãos brasileiros”, sustentou Braga.

Direito

A favor de mudanças no Estatuto do Desarmamento, o deputado João Rodrigues (PSD-SC) rebateu as acusações de Braga e disse que o parlamentar do Psol deveria indicar os nomes dos seriam beneficiados com a medida.

“Na política, não se joga para o alto, é preciso apontar os nomes e dizer quem é. Aqui, na Câmara dos Deputados, nós representamos alguém. Eu sei quem eu represento: o cidadão de bem, que precisa ter o direito de defesa dentro do seu lar”, declarou Rodrigues. “Vamos aprovar essa proposta e depois vamos às compras. Cada cidadão que entender que deve ter uma arma que a tenha”, completou.

Glauber Braga citou uma pesquisa do instituto Datafolha realizada em setembro do ano passado segundo a qual 62% dos entrevistados acreditam que a posse de armas deveria ser proibida. Na opinião de Rodrigues, porém, a sondagem demonstra, na verdade, o desejo da população de ver as armas de fogo longe das mãos dos criminosos.

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