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Alagoas

Central de Regulação de Leitos de Alagoas passa a operar com novo sistema informatizado

Nesta segunda-feira (08), a equipe iniciou os primeiros treinamentos para operar a ferramenta

Mais do que nunca, em tempos de pandemia, a tecnologia se torna parceira imprescindível da saúde. Em mais um exemplo da união de forças e saberes para a melhoria dos serviços para os alagoanos, o Governo do Estado articulou o diálogo entre as secretarias de Estado da Saúde (Sesau) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) para o desenvolvimento de um sistema informatizado que atendesse às demandas da Central de Regulação de Leitos.

O resultado foi a criação do sistema Regula Leitos Covid-19, que já está em fase de implantação e testes. Nesta segunda-feira (08), a equipe iniciou os primeiros treinamentos para operar a ferramenta.

“Isso é muito importante, principalmente nesse momento de pandemia. O sistema é uma grande vitória. É dessa maneira que vamos avançando, dando mais transparência e mais organização à saúde pública em Alagoas”, destacou o titular da Sesau, Alexandre Ayres. “É uma parceria que tende a render bons frutos. Vamos juntos a começar a regular os leitos com ainda mais cuidado e mais carinho”, complementa Rodrigo Rossiter, secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Para entender o papel crucial da Central de Regulação no combate à pandemia, pode-se dizer que, em síntese, a unidade vinculada à Sesau coordena a logística de internação de pacientes na rede pública de saúde. “A central recebe todas as solicitações de pacientes que precisam ser internados para tratamento da Covid-19, seja em enfermaria ou UTI. Após receber o pedido, a Central faz a busca ativa na rede de leitos e, com a confirmação da vaga, avisa à unidade solicitante que o paciente vai ser transferido”, explica a coordenadora Lysgreth Sanchez.

Ao concluir a transferência e gerar o código, a solicitação passa para lista de casos resolvidos. “A partir daí, a unidade solicitante fica responsável por solicitar a transferência via Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e mandar o paciente ao destino final, que será o hospital para onde o mesmo foi regulado”, esclarece.