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Juquinha: Disparado, o maior descobridor de talentos da região

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Juquinha: Disparado, o maior descobridor de talentos da região

O time de futebol profissional do Penedense, teve ao longo da última década, diversas participações positivas nos campeonatos estaduais que disputou. Ao avaliarmos os elencos do clube Centenário das Alagoas nesses anos, podemos facilmente constatar a enorme quantidade de jogadores criados nas divisões de base da agremiação ribeirinha. E, por questão de justiça, temos que enaltecer o excelente trabalho realizado pelo prof. Givaldo Vasconcelos, ou simplesmente, Juquinha.

O trabalho desenvolvido por esse “garimpeiro de talentos”, começou no ano de 1997. Naquela oportunidade, com o Penedense fora de competições desde o início dos anos 90, com seus portões fechados e com o mato batendo no meio da canela, o apaixonado pelo trabalho de revelar craques, pôs em prática a sua vontade. Após conversar com Dr. Sílvio Menezes e obter a liberação daquele “campo”, Juquinha começou a semear o seu sonho.

Não demorou muito para os frutos aparecerem. Cerca de três anos após o início das atividades, o time do Cajueiro Grande já contava com uma gama de jogadores sendo convocados para a seleção alagoana sub-20 e posteriormente se tornando campeões alagoanos invictos da segunda divisão do ano de 2000, trazendo assim, o Penedense de volta a elite do nosso futebol. Tudo isso após dez anos de puro ostracismo. Naquele ano, a dobradinha Juca-Fernando Andrade foi de fundamental importância para a continuidade desse trabalho.

Com seriedade, responsabilidade e principalmente, muita competência, Juca abriu portas e mostrou caminhos para uma enorme quantidade de jogadores.

Para citar alguns exemplos eu nomeio: Dão ( ex- Sport e Guarani-SP), Deleu (Metropolitano-SC), Júnior (Portimonense-PORT), Marinho (Iternacional), Edvaldo (ex-CSA e Confiança), Claudinho (ex-Sport-PE), isso sem falar em Esquerdinha, Robinho, Alf, Marcos, Eron, Paulinho Cajé, etc, etc e etc. Será que alguém, em cem anos de história do clube alvi-rubro, chegou perto dessa marca? Eu particularmente desconheço, mas…

Hoje, ao olharmos para o nosso representante rebaixado para a Segundona, salta aos olhos, a falta de continuidade desse ótimo trabalho. Não vejo, me desculpem, competência naquilo que vem sendo desenvolvido nas categorias de base do nosso representante, desde a saída do Juca. E olhem que ele saiu da presidência em 2005, portanto, já se vão, no mínimo, cinco anos. Nesse tempo, daria para se ter revelado algum talento.

Algumas pessoas recalcadas, sentimento típico dos pobres de espírito e privados de competência, teimam em denegrir a sua imagem. Desconhecendo ou não a Lei Pelé, tentam passar para o povo que Givaldo ganhou dinheiro nas transações desses atletas, quando os mesmos deixaram Penedo. Mal sabem que o Penedense só tem condições de pagar os salários dos seus jogadores durante o campeonato e como a referida Lei afirma que se voce passar três meses sem pagar os vencimentos desses profissionais, eles ganham liberdade…. Só que os retrógrados pensam que ainda estamos na época em que existia a famigerada Lei do Passe e que os jogadores eram reféns do clube. Ah coitados!!! Será que eles sabem que o zagueiro Alan, que também apareceu na escolinha do time, nesse ano, eu disse 2010, deixou o clube e assinou contrato com o Coruripe? Da mesma forma, o questionamento tem que ser feito aos atuais dirigentes. Tenho certeza que dinheiro não rolou. É só para ilustrar o comentário.

Se bem que eu acho que não seja só desconhecimento. Como são privados de sabedoria, tentam manchar a imagem do “garimpeiro”, tentando nivelá-lo, por baixo, digamos que a si próprio. Quanta incompetência. Acordem e reconheçam a verdade.

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