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Em épocas eleitorais os bajuladores chateiam mais que mosquito da dengue

Com a proximidade do dia 02 de outubro quando brasileiros de várias partes do país vão às urnas para reeleger ou escolher novos prefeitos, parece que os ânimos vão se aflorando cada vez mais e aliados e opositores trocam farpas, principalmente nas redes sociais. No facebook o festival de besteira, erros gramaticais e agressões, nos lembra o bobo da corte ‘corcoran’ da novela global ‘Que Rei Sou Eu’, revira Aurélio Buarque de Holanda no túmulo e esquenta a cabeça de delegados que ultimamente têm deixado de promover seu trabalho investigativo para acalmar os mais desaforados. E olhe que nas campanhas existem os verdadeiros João e Maria Delegacia.

Nas ruas, praças, quintais e terrenos seja da zona urbana ou rural, os bajuladores têm provocando mais raiva que o Aedes Aegypti. Quem diria que os puxa-sacos causariam mais repulsa nesse período que dengue, zika e chikungunya. Dizem inclusive que alguns políticos que moram em cidades ribeirinhas estão proibidos de banhar-se no Velho Chico nesse período eleitoral para que não aconteça nenhum afogamento de eleitores/bajulas.

Nos grupos de WhatsApp a náusea é certa se você for acompanhar todas as conversas. Na verdade, nem dá para acompanhar o festival de bobagem que tomou conta dos grupos nesse período. Ou você trabalha ou vira um zumbi que não tem cérebro mais quer comer o dos outros. Quem mora fora da cidade, mas ainda mantém domicílio eleitoral sempre sabe mais dos que os que ainda residem, estudam e trabalham em seu torrão natal. E tem bajulador que diz trabalhar nessa ou naquela empresa, mas vive no WhatsApp dando a opinião desnecessária e causando um nojo ainda maior no eleitorado indeciso. Enfim, chega logo dia 02 de outubro!

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