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Cresce o número de jovens com problemas auditivos, causados por uso desenfreado de fones de ouvido

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Cresce o número de jovens com problemas auditivos, causados por uso desenfreado de fones de ouvido

Sabemos que o uso de dispositivos de áudio são indispensáveis na atualidade, mas você já se perguntou do grave uso destes? Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 1,1 bilhão de adolescentes e jovens adultos estão em risco de comprometer a audição por usar dispositivos de áudio (fones de ouvido), sendo o mais cotado os de uso celular. O risco de usar fone de ouvido e prejudicar a audição existe, pois o ouvido humano não identifica o aumento da intensidade, além deste, ao ouvir em vias barulhentas, ou em proximidade de sons externos altos, no uso do aumento do som em fones de ouvido, pode acarretar na lesão definitiva do pavilhão auditivo.

Pesquisadores reforçam os efeitos prejudiciais que o uso desenfreado pode acarretar,este fato foi comprovado em uma pesquisa realizada em crianças e adolescentes que usam este dispositivo em tablets e celulares, usando-os diariamente. Esta exposição agravou perdas significativas na identificação sonora externa, lesionando peças fundamentais do pavilhão auditivo humano. Além disso, uma revisão de 26 estudos demonstrou que 58% dos adolescentes e adultos jovens estão utilizando estes dispositivos com altos níveis de sons, provocando uma perda da audição em curto ou longo prazo. Especialistas médicos afirmam que por consulta e exames pode-se identificar e comprovar a perda auditiva por consequência deste problema, o exame mais comum é o de audiometria, que avalia a capacidade de audição e de reconhecer os sons.

Com a incidência de casos, muitos não são indicados para procedimentos cirúrgicos, mas há situações que exigem procedimentos como implantes de próteses, reconstrução da membrana timpânica, implantes cocleares, entre outros. A reabilitação auditiva, seja ela realizada por cirurgia ou próteses auditivas, deve ser feita quando o paciente possui uma perda auditiva incapacitante. Especialistas médicos comprovam que o uso desenfreado não só comunica a perda de função auditiva, como também distúrbios de sons que afloram de forma externa conduzidos para o pavilhão auditivo.

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