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Beijo gay num culto evangélico: irreverência e tolice

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Beijo gay num culto evangélico: irreverência e tolice

 Nunca se viu os valores se corromperem tanto nesse País como estamos testemunhando atualmente. Há um vírus que está se espalhando por toda a nossa anatomia e cujo sintoma principal é a corrupção moral. O amargo estão tomando por doce, e o doce por amargo.

Além daquele comportamento tenebroso que o brasileiro tem, mormente o alagoano, do qual já me referi aqui neste espaço e que chamei de “tolerância de um mínimo de corrupção” que nada mais é do que o “roube mas faça”, temos testemunhado a benevolência do Estado para com o mal e a indiferença para com o bem. A classe trabalhadora mais importante de uma nação, a dos professores, é a mais vilipendiada de todas, com salários que menosprezam o ser humano e ri de sua missão, enquanto que bandidos que eram arrimo de família, quando presos, passam a receber uma bolsa para ajudar seus parentes, bolsa esta que expressa um valor maior do que o salário da maioria dos professores: R$ 915,00. Ou seja, o trabalhador que ganha um salário mínimo, tem remuneração menor que a família do bandido, que além de ter praticado o delito ainda onera o Estado não só com a bolsa, mas com a a sua manutenção enquanto encarcerado. Outro fato escabroso, esse registrado na História: Orlando Lovecchio Filho, cidadão que avisou à polícia sobre uma bomba que os terroristas de esquerda colocaram num determinado ponto da Av. Paulista (1968) e que veio a explodir decepando-lhe a perna e destruindo a sua carreira de piloto comercial, recebe indenização menor do que a dos vagabundos que detonaram a bomba (R$ 571,00). Ou seja, os caras que praticaram um crime defendendo a bandeira de uma ditadura de esquerda são, hoje, remunerados pelo Estado (R$ 1.627,00) e ganham mais do que a pessoa que eles, covardemente, vitimaram e aleijaram, o que mostra duas coisas: que essa Comissão da Verdade faz muita tolice e que a esquerda estava armada e fazendo terrorismo muito antes do AI5. Aliás, muitos que fizeram “justiçamentos”, matando colegas de armas, hoje são tidos como vítimas e são remunerados pelo Estado.

Mas, voltando aos dias atuais, só faltava o boato de que a bolsa-prostituta, no valor de dois mil reais, fosse verdadeiro. Não sei como, mas isso foi só um boato. E digo não sei como porque tudo no Brasil está às avessas, tanto assim que acabo de ler na internet que duas garotas que se beijaram durante um culto evangélico vão processar o pastor que determinou a retirada delas do local de culto. O que mais me chama a atenção não é o comportamento tolo das garotas irreverentes e delinquentes, mas o do advogado que patrocina a causa. Ora, esse sujeito não é leigo. Ele sabe que esta demanda é uma aventura judicial das mais toscas. Como é que duas garotas ferem a Constituição Federal de forma acintosa, ferem o Código Penal, com o agravante de que antes de se iniciar o culto o público foi advertido sobre o tipo penal que prevê a pena de um mês a um ano de prisão ou multa pela perturbação do culto alheio e, ainda assim, o processado é o pastor que determinou a retirada das delinquentes? Outro dia li, numa determinada revista, que a justiça paraibana mandou que um grupo de religiosos retirasse da rua uma faixa que dizia “não haver gene gay no código genético humano”. Por outro lado, o bizarro Charlie Hebdo faz chacota com charges extremamente pesadas contra a fé dos outros e isso é tido como liberdade de expressão, inclusive aqui no Brasil, sem falar da parada gay que vilipendiou símbolos católicos há poucos anos e nada aconteceu. Ou seja, contra os valores cristãos tudo pode, tudo é válido, pois as pessoas têm liberdade de expressão, todavia, em relação aos contra-valores cristãos tudo que lhe for contrário é criminoso. No Brasil discordar, por exemplo, da prática homossexual, é sinônimo de doença; já fazer chacota com a fé dos outros é exercício de um direito constitucional.

Diz um ditado que quem dorme com morcego acorda de cabeça para baixo. Assim sendo, não tenho dúvidas que há muitos morcegos nas alcovas de nossas casas aproveitando-se da ignorância, da covardia e a da indiferença de nossa sociedade que apenas olha para seu próprio umbigo enquanto o País perde o prumo. Triste é um país que dorme pendurado pelo rabo e que já vai para a 15ª edição do BBB.

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