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Negócios/Economia

“Assimilar esquema Rio Largo à incentivo fiscal é chamar Jesus de Genésio”

O industrial Carlos Pinheiro Junior, da Indústria Alagoana de Colchões e Espumas – Colchões Bonsono, empresa contemplada pelo Governo de Alagoas no Programa de Desenvolvimento Integrado do Estado de Alagoas (Prodesin), com incentivos fiscais, creditícios e locacional é um dos preocupados com o suposto ‘esquema’ de desapropriação de terras do município de Rio Largo.

A Colchões Bonsono também adquiriu do Estado área com aproximadamente 14 mil metros quadrados e pagou o valor simbólico de R$ 1,00 o metro. “Assimilar um processo de incentivos as empresas que geram emprego e renda a um esquema fraudulento e criminoso é comparar Jesus com Genésio”, dispara o industrial Carlos Pinheiro, diretor presidente da Bonsono.

O empresário relata que a Lei Estadual que incentiva as empresas, permitiu ao Estado não só apenas ser competitivo frente aos outros estados da federação na atração de indústrias, mas também viabilizou o fortalecimento e crescimento das empresas alagoanas. “Estamos concluindo até o final deste mês a primeira etapa da obra de nossa nova sede, que vai gerar 35 empregos diretos, sendo essa maioria reeducando do sistema prisional”, frisa Pinheiro, que completa, “isso só está sendo possível graças a Lei de incentivos fiscais de Alagoas”.

Para alcançar esse beneficio a Bonsono teve que elaborar um projeto e submetê-lo a aprovação do CONEDES – Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico e Social de Alagoas, formado por representantes de órgãos governamentais e de entidades da sociedade civil organizada. “Estão querendo parar o estado colocando em duvida o processo de geração de emprego e renda, isso pode enterrar de vez o desenvolvimento de Alagoas”, reforça o industrial, que se diz indignado com a forma como o caso está sendo tratado.