Anderson Fidellis é cantor, sanfoneiro e compositor. Aos quase 30 anos de idade, o músico maceioense carrega a sanfona para todos os lados e uma bagagem artística de 13 anos. O primeiro contato do forrozeiro com o acordeão aconteceu na escola, durante uma atividade de teatro. De lá pra cá o amor pela autêntica música nordestina só aumentou, assim como a coleção de experiências do artista, que se declara admirador da música de Luiz Gonzaga, em cima do palco.
Depois de tocar muito baião integrando o “Trio Cheguei Denovo”, Anderson Fidellis iniciou, em 2012, sua carreira solo. O primeiro projeto do músico foi o “Lula Vive”, contemplado com o Prêmio Vivência de Arte da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). O espetáculo promoveu uma “viagem no tempo” até a era de ouro do rádio, quando o baião se popularizou através das músicas de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira.
O segundo projeto musical de Anderson Fidellis começou a ser desenhado após a divulgação do resultado do Prêmio Eris Maximiano, lançado pela Prefeitura de Maceió, por meio da Fundação Municipal de Ação Cultural (Fmac), em 2015. O espetáculo celebrou os 70 anos de baião, além de dar ênfase à produção autoral de Fidellis.
