Primeira feira nacional de 2026 amplia oportunidades de comercialização e visibilidade para o artesanato de Alagoas
O Programa Alagoas Feita à Mão, gerido pela Secretaria de Estado de Relações Federativas e Internacionais (Serfi), participará do 21º Salão do Artesanato – Raízes Brasileiras, entre 1º e 5 de abril de 2026, no Pavilhão do Parque da Cidade, em Brasília (DF).
O evento reúne artesãos de todo o país e se consolida como uma importante vitrine para a comercialização de produtos autênticos, como peças em cerâmica, madeira e tecidos, além de promover o intercâmbio cultural entre diferentes regiões brasileiras.
A participação marca a estreia do programa em feiras nacionais neste ano de 2026 e amplia a presença do artesanato alagoano em mercados nacionais. O secretário da Serfi, Júlio Cezar, destacou a importância do evento como vitrine para o setor e para o fortalecimento da economia criativa.
“O 21º Salão do Artesanato em Brasília é uma vitrine fundamental para que os nossos artesãos mostrem ao Brasil e ao mundo o que Alagoas tem de melhor na arte, na cultura e nos saberes tradicionais. Nunca antes, na história recente do estado, o setor artesanal teve tamanha visibilidade, promoção da sua marca e agregação de valor aos seus produtos. Isso é resultado de um trabalho sério, contínuo e articulado, que envolve diversas frentes e parceiros comprometidos com o desenvolvimento do setor”, destacou.
Segundo ele, esse avanço também é fruto do empenho de lideranças que acreditam no potencial do artesanato como vetor econômico e cultural.
“Como exemplos, cito Renata Calheiros, Dra. Júlia Britto, a secretária Paula Dantas e toda a equipe da Serfi, com o apoio do governador Paulo Dantas. Esses movimentos representam mais do que participação em feiras: significam mais oportunidades para Alagoas vender, gerar renda, movimentar a economia criativa e, sobretudo, afirmar a sua identidade cultural no cenário nacional”, enfatizou o secretário da Serfi.
A secretária executiva do programa, Júlia Caroá, também ressaltou a expectativa positiva para o evento e o processo de mobilização dos artesãos para a feira.
“Estamos ansiosos para a primeira feira nacional do PAB, que acontecerá de 1 a 5 de abril, em Brasília. A expectativa é que atinja um público bem maior, favorecendo ainda mais a comercialização dos nossos artesãos. Os primeiros aprovados estão a caminho da feira nesta segunda-feira, para a abertura que será na quarta-feira (1º). A mobilização para o evento começou ainda antes da abertura oficial e envolve uma ampla estrutura logística coordenada pelo programa”, afirmou.

ABERALDO SANDES COSTA LIMA
De acordo com Júlia Caroá, o papel do Alagoas Feita à Mão vai além de viabilizar a participação dos artesãos nas feiras nacionais e inclui um acompanhamento contínuo e estratégico em todas as etapas.
“O Alagoas Feita à Mão vem cumprindo seu papel de apoiar os artesãos em todas as oportunidades que o PAB nos proporciona. O PAB nos dá o estande, e cabe ao programa fazer o recolhimento das peças nas residências dos aprovados para realizar toda a logística de transporte até o local onde acontecerá a feira. A equipe do programa está a todo momento ao lado dos artesãos para auxiliar, apoiar e dar suporte em todas as questões que possam surgir, inclusive durante as rodadas de negócios e na precificação. Esta é a primeira feira do ano. Teremos, ao todo, seis feiras nacionais. O edital anual já foi publicado conforme orientação do PAB, e a próxima feira será o Salão do Artesanato em São Paulo, que também é uma feira muito desejada por muitos artesãos”, concluiu.
Entre os selecionados para representar Alagoas no 21º Salão do Artesanato estão os artesãos Enauro Luiz Rocha Costa, Aberaldo Sandes Costa Lima, Fátima Maria Vieira Pereira Ribeiro, Eduardo Henrique Barbosa, Edmilson Valentim de Souza e Mayara Gomes (indígena). Também participam os grupos produtivos Amor Caseado, Renda-se, Encantos do Filé e Artesanato Mão à Mão, evidenciando a diversidade de técnicas, saberes e expressões culturais presentes no artesanato alagoano.
Agência Alagoas
