Artigos

João Pereira

João Pereira

Advogado, escritor e atento observador da política

Postado em 21/06/2017 15:12

A esperada plástica na velha Penedo

Imaginemos uma velha, perfeitamente lúcida, mal vestida, suja, maltrapilha e despenteada. Não nos dá a impressão de um corpo arruinado que respira e se move na direção de um antecipado cortejo fúnebre? É uma deprimente visão de total desleixo que agride a boa aparência e a beleza, denunciando ausência de seno estético. Essa imagem, que denota acomodação e displicência, aliada uma falta de vitalidade, demonstra a mais explicita renúncia pela vida.

Assim, por décadas, vinha se comportando a velha Penedo que, esquecida de seu invejável passado, entregou-se ao desprezo de si própria. O presente era um dia a mais e o futuro, inexistente, uma continua e monótona sucessão de novos dias. Como nada dura para sempre, o compasso de espera, quase uma eternidade, foi quebrada por promissora inspiração do atual gestor dos seus interesses, prefeito Március Beltrão, submetendo-a a uma cirurgia plástica para tirar-lhe as estrias e as rugas do tempo, imbuindo-a da natural vaidade feminina, do amor próprio e vivacidade para renovar-lhe o élan vital há muito adormecido.

Os locais dessa intervenção cirúrgica, praça Floriano Peixoto, o mais importante, estenderam-se para outras artérias, aumentando, sem dúvida, as expectativas dos Penedenses. Há muito esperávamos o desfecho desse importante empreendimento que vem ao encontro de uma visão funcional das cidades modernas, tornando-as mais humanas, proporcionando o bem-estar, o lazer e a fácil locomoção das pessoas. Não podemos deixar de realçar, dentro dessa finalidade, o alargamento de algumas calçadas. Não temos, na nossa mente o resultado final, o retrato dessas obras, mas, pelo que acompanhamos, achamos que irão causar um impacto de admiração por conseguir irmanar, na mesma gestação, o belo e o agradável. Infelizmente, lamentamos que o projeto da praça acima não a tenha contemplado na sua totalidade. Não encontramos justificativa desse grande pecado que clama por uma reconsideração para que ganhe a salvação e a graça da inspiração que o concebeu. A permanência de uma via e estacionamento para automóveis, uma horrível ruga, comprometeu a perícia da plástica, impedindo de ser admirada na plenitude de sua beleza.

Naturalmente que outras plásticas serão necessárias para completar a harmonia visual a ser refletida em todo o conjunto de seu corpo. Nesse sentido, para fazê-la transpirar ares de rejuvenescimento e elegância, com um rosto liso e sem rugas, achamos que o bisturi deve entrar em ação para remover as horríveis barracas da praça Costa e Silva e ruas adjacentes nas quais se realizam as feiras, substituindo-as por outras padronizadas que reflitam o bom gosto.

As obras em referência, embora não atinjam o nível de uma epopeia, são de suma importância para uma cidade histórica que tem uma tradição cultural e que pretende fazer do turismo a principal ou uma das principais alavancas para o seu desenvolvimento. Refletem, assim, uma visão do imprescindível por parte da atual administração municipal que, como outra qualquer, revela suas qualidades quando sabe ir ao encontro das aspirações do município através de obras, uma corriqueiras e outras, pelo impacto que podem causar, atingem o status de inesquecível lembrança por sucessivas gerações. O calçadão da Floriano Peixoto adquirirá, sem sombra de dúvida, a virtude das realizações inesquecíveis.

Inaugurado, se possível fosse com as obras complementares acima referidas, a velha Penedo pode ter alta, deixar a clínica saltitante, rebolar-se e, com justa vaidade e faceirice, exibir o seu invejável rejuvenescimento e impecável beleza.
 

Comentários comentar agora ❯

Renan Calheiros

Renan Calheiros

É líder da Maioria no Senado. A serviço do seu país.

Postado em 11/06/2017 13:44

Artigo Renan Calheiros: Vaquejadas, ainda é preciso avançar

Assessoria
Artigo Renan Calheiros: Vaquejadas, ainda é preciso avançar

O vaqueiro, também chamado de boiadeiro, exerce um dos ofícios mais antigos do Brasil desde os tempos da colonização. No Nordeste, foi o protagonista e herói social sem recompensa durante quase cinco séculos: do ciclo do gado e do couro, que foi a base de sustentação, até os ciclos econômicos do açúcar e do algodão, que sedimentaram a riqueza da nossa região. Ciclos que não teriam sucesso sem o aporte do couro, das carnes de sol e de charque curadas ao vento, da energia do boi. Afinal, o braço do escravo podia muito, mas não podia tudo. E ali, exatamente ali, estava o vaqueiro: tocando o gado com vara de ferrão primitiva, a pé ou na montaria, apartando e derrubando a rês com o tranco na "bassoura" da cauda.

Honramos e reconhecemos a dignidade do ofício do vaqueiro ao reconhecer a atividade como profissão, em 2013, quando eu presidia o Senado e trabalhamos muito para aprovar a regulamentação, que já havia esperado tempo demais. O vaqueiro é um mestre de mil artes e ocupações. Pela minha origem interiorana, aprendi cedo a valorizar e reconhecer aquele homem que se interna na caatinga espinhenta para rastrear uma rês escapulida ou encurralar um boi para o marchante; aquele amigo do gado, que sabe aliviar um animal mais necessitado, que ajuda uma vaca a parir, que reza, trata e cura a bicheira e livra o pasto da cobra. Sem o vaqueiro não haveria toda a complexa rotina de trabalho que põe na nossa mesa a carne, o leite, a manteiga, os queijos e produz os couros.

Na semana passada, a Mesa do Congresso Nacional promulgou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que permite a vaquejada e o rodeio no país. O texto inclui um parágrafo no artigo 225 da Constituição para estabelecer que não são consideradas cruéis as atividades desportivas que utilizem animais, desde que sejam registradas como bem de natureza imaterial integrante do patrimônio cultural brasileiro. A vaquejada se encaixa nos critérios da PEC justamente porque, no ano passado, fizemos um esforço no Congresso para aprovar a Lei 13.364/2016, que finalmente reconheceu a vaquejada como representação artística e cultural.

Mas ainda é preciso avançar. O próximo passo é a regulamentação da vaquejada. É preciso estabelecer regras e proteções legais para a prática, resguardando todos os traços culturais e garantindo que o protagonista envolvidos nessa atividade usufruam de segurança jurídica. Será um esforço importante e mais um passo que daremos em nome da cultura e do respeito a quem faz e participa há séculos da história do Brasil, especialmente no Nordeste.  

Comentários comentar agora ❯

  • WILSON RIBEIRO DE OLIVEIRA OLIVEIRA O principal artigo dessa "profissão" é o animal, que serve trampolim para aventuras grotescas. O homem, sempre indiferente em relação à natureza, só procura satisfazer seus instintos e promover demagogia.. Nada mais., Essa simpatia por uma atividade perversa não tem sentido algum..
João Pereira

João Pereira

Advogado, escritor e atento observador da política

Postado em 07/06/2017 07:36

CLASSIFICADOS - Precisam-se de candidatos a Presidente da República

 Embora fôssemos obrigados a encarar o anúncio acima como uma brincadeira ou de uma ideia de efeito na esfera da ficção, em se tratando de Brasil dos contrastes que plana com naturalidade entre mundos opostos, não podemos descarta-lo como absurdo ou acreditar na impossibilidade de que um dia venha acontecer. A propósito, estamos sentindo no ar a viabilidade de assistirmos, como solução de um provável e iminente imbróglio político, o apelo ao irreal em decorrência das novas delações por parte da JBS que alega, além de ter comprometido a imagem e a estabilidade do presidente Temer, ter corrompido em torno de mil e oitocentos políticos. É uma confissão assombrosa que nos dá a dimensão da corrupção que envolve os nossos representantes.

 Diante desse quadro avassalador que nos convence de que a cleptomania faz com naturalidade parte da ética na política, somos tomados pela expectativa de como se dará, na hipótese de ser cassada pelo Tribunal Regional Eleitoral a chapa Dilma x Temer, a substituição do presidente. Isto porque, fora da mesma os atuais congressistas, inclusive o presidente da câmara dos deputados, seu legítimo sucessor, em razão por incrível que pareça, não se enxergar algum com a necessária estatura para o exercício do cargo. O mais impressionante e inacreditável absurdo.

 Como seria ou será a eleição? Direta ou Indireta? Seja qual for a modalidade de uma coisa podemos ficar relativamente aliviados: o candidato ou candidatos não sairão, com grande probabilidade, do corpo necrosado do Congresso Nacional. Vendo-os moralmente reduzidos a escombros, um repentino pensamento despertou-nos a curiosidade para fazermos uma viagem no tempo e vê-los, no passado estudantil, imbuídos dos mais belos ideais, autênticos combatentes em prol da moral e críticos ferrenhos dos desmandos na administração pública. Alguns anos depois, em suas atividades profissionais, a semeia dos caminho que enfaticamente propalavam para a salvação da pátria, apoiados tão-só na fragilidade dos belos ideais perderam-se na esterilidade do esquecimento. Como explicar esse fenômeno? O mesmo ocorre em outros países? Sim, nos que são parecidos nos vícios e defeitos do Brasil. Não nos que têm no decorrer de sua longa história a prática corriqueira dos bons costumes apoiados em suas instituições, ausentes na nossa tradição a partir da família, principal base da sua formação.

É natural, com esse lamentável histórico, admitirmos que sobre o Brasil, no Congresso Nacional e repartições públicas da administração, encontram-se no ar, condensadas desde a colonização, nuvens de corrupção que naturalmente, como as chuvas, precipitam-se sobre seus ocupantes, infectando-os. Somente poucos eficazmente vacinados, conseguem, com a proteção de um guarda-chuva, escapar das tentações da improbidade.

Para não ficarmos no vazio das nossas expectativas, embora nada vislumbremos para depurar a política da nossa República Cleptocratica do Brasil, tão carente em suas jazidas da rara e preciosa pedra da honestidade, que os candidatos somente sejam lançados após uma seleção rigorosamente peneirada via classificados.

    

Comentários comentar agora ❯

João Pereira

João Pereira

Advogado, escritor e atento observador da política

Postado em 24/05/2017 08:49

O Monologo da Odebrecht

Será que a minha iniciativa, um verdadeiro trabalho de alquimia que estou a empreender, manipulando a lama qual tenho vivido, conseguirá dela extrair, por meio da delação premiada e acordos de leniência, a pedra filosofal que irá dar início a moralidade pública do brasil? Estou desnudando a política nacional. Senado e Câmara dos Deputados estão atolados até o pescoço, passando por um banho para limpar as impurezas. A salvação do Brasil, quem sabe, comece a surgir desse lamaçal. Parece-me não ser um exagero dizer que a lama nos salvará, dela surgindo um oásis fértil no qual possam vicejar as boas virtudes. Não é verdade que do pântano possa germinar uma bela e perfumada flor? Fico na expectativa desse milagre dos milagres.

Triste sina dos que tem de enfrentar os tempestuosos azares da vida, ser uma vítima incauta das armadilhas, sentir-se enxovalhada e sofrer as consequências dos enganos. Mas quem está isento das boas ou más tentações? As boas surtem o rápido efeito da tranquilidade de consciência, enquanto as más, num misto de suspense e esperança, seguem o seu curso acreditando numa possível guinada rara se transformar num bem. Como não há crime perfeito, não passa de uma esperança inútil. É que eu sempre quis acreditar que o crime é puramente objetivo, somente tornando-se como tal se flagrado. Enquanto não, minha consciência, subjugada aos altos dividendos, segue tranquilamente sem temor e tremores. Isso não me impede, muito pelo contrário, de publicamente exaltar a honestidade. A aparência é tudo. Quando a mentira tem o poder de convencer, tem o mesmo valor da verdade.

A ganancia no seu incontido ímpeto nos cega, especialmente quando ofuscada pelos cifrões que acenam para o lucro certo e fácil. Não há espirito de cautela, afrouxando-se a dúvida e o bom senso. Não sei, sinceramente, até quando serei vítima dessa escuridão que me faz prisioneira de uma incontrolável cobiça.

Estava segura que a minha caminhada, já tendo percorrido confortável distancia que me colocou no topo entre as minhas concorrentes, transformaria-me, por tradição do poder, numa intocável. Sinto-me agora perdida e atordoada com o que está acontecendo, como iria imaginar que um juiz pudesse ter o topete de determinar a prisão de parlamentares e empresários como eu, do mais alto escalão. O estamento e o status social jamais sofreram tamanha humilhação. Querem profanar nossa sagrada tradição.

Resultado á parte dessa batalha moralista, sentindo-me sem rumo, pergunto-me: o que será de mim enquanto perdurar essa guerra utópica? Tolhida encontro-me para novos empreendimentos. O que será das minhas divagações megalomaníacas? A sorte, que parecia continuar a sustentar-me sem apreensão, acaba de apunhalar-me e suprimir minhas visões sempre tingidas com as mais vivas cores do otimismo. Meus olhos viviam voltados, sem limites, para as grandes alturas. Essa é a minha índole para crescer, crescer sem a possibilidade de enxergar, por mais longínquo que seja, um ponto que limite o fim da minha jornada. Sou a maior empreiteira do Brasil. Acontece que o Brasil não é o mundo, meu objetivo parcial até que se inicie a exploração de outros corpos celestes. Chego até a imaginar ser convidada por Deus para fazer reformas no paraíso, necessárias pelo discurso eterno do tempo. Seria a mais sublime e invejável das minhas realizações. Nada sou sem esses devaneios que me fazem sentir de um poder absoluto.

No início de minhas atividades, toda pura, jamais pensei na possibilidade de ser seduzida e ser envolvida pelas artimanhas demoníacas de tantos diabos responsáveis pelo destino do nosso país. E que Brasil fantástico que tem tudo para ser uma grande potência, não fosse o destino para dar-lhe raposas para cuidar do galinheiro! Posso ser uma otimista justamente quando vejo que todo esse imbróglio da lava-jato surgiu e germinou com todo viço no período petista, o partido promessa da regeneração moral da política? Mas, á parte toda essa situação infernal que estou a suportar, não posso deixar de agradecer aos meus demônios que fazem plantão no Congresso Nacional sem os quais não seria o que hoje sou, a poderosa Odebrecht capaz de corromper suspeitos e insuspeitos de corrupção. Seja qual for a modalidade, o poder, como dizia Ulisses Guimarães, é um orgasmo. O poder é meu prazer por excelência.

O Curioso é que não obstante possa parecer uma tremenda contradição confesso honestamente o meu sentimento e orgulho de ser Brasileira. Não me envergonho, nas solenidades públicas, de fazer continência a nossa bandeira e cantar, compenetrada, com a mão no peito, o hino nacional. A desgraça de todo esse sentimento, tão puro na aparência, é que hoje sofro de uma compulsão, como cleptomaníaco, para as grandes negociatas. Outra coisa a destoar o meu patriotismo é o cinismo de não aceitar a ideia vaga de de que o Brasil é dos brasileiros. Ora, aquilo que pertence a muitos, segundo Aristóteles, perde todo interesse. A minha parte quero recebe-la por antecipação, como venho fazendo. É o realismo da vida, prodiga em ações ideais e moralmente sujas. Calejada pelos ilícitos, não sofro aquilo que se chama remorso. Um certo peso de consciência que atravesso para agravar a minha desvairada conduta é a covardia.

Refiro-me a delação premiada e acordados de leniência, um expediente moleque, apesar de moralmente legal. Teve que ser assim, prevalecendo a lei da selva, coma para não ser comido. Afinal de contas nós, larápios de colarinho branco, não dispomos, como os marginais do crime organizado, de um código de honra. Ficará reduzido esse desencontro a um simples incidente. O tempo, mestre apaziguador e do esquecimento, logo irá cicatriza-lo. Não vejo a hora, passada a atormentados processos da lava-jato, o reencontro com meus cumplices para festejarmos o retorno das nossas farras. A improbidade faz parte do nosso DNA e dificilmente dele podemos nos livrar. O populacho vai ás ruas protestar contra a corrupção. Quantos desses pobres coitados, resistiriam frente as incandescentes cifras do ganho fácil? Ás virtudes não tem apenas um limite, tem também um preço, mesmo aos que espumam pela boca sua revolta contra a corrupção.

Infelizmente, nus das boas instituições, não temos uma tradição no sentindo de uma retidão de caráter. O ladrão, quando preso, sente-se um injustiçado em razão de tantos que estão soltos. Sente-se também como um filho relegado ao descaso na sua formação moral, razão para uma aceitável atenuante para seus crimes. Assim, pautados meus deslizes na nossa realidade, conforta-me por ser a cara do Brasil.
 

Comentários comentar agora ❯

#EuEnjoeiDeSerGorda - Por Alexa Farias

#EuEnjoeiDeSerGorda - Por Alexa Farias

Dicas e receitas de como emagrecer e manter a forma!

Postado em 17/05/2017 07:40

Resultado de 30 dias: evolua você também!

Hoje completa 1 mês desde que criei o BLOG e que voltei ao meu objetivo de dois anos atrás, viver saudável! Pensei em algo especial para escrever pra vocês e só me vinha à mente MAIS MOTIVAÇÃO!

Começo falando então da noite de sábado, com as amigas, em um barzinho, onde eu tomava já a terceira latinha de refrigerante, entramos no assunto da época ao qual eu havia saído dos 106 kg e fui aos 70 kg em 1 ano e 3 meses e que infelizmente eu tinha retornado em quase 2 anos ao peso inicial e então ouvi da minha irmã que eu conseguiria sim, bastava eu querer.



Nesse momento eu parei para me analisar e falei para mim mesma: 'pois é, quando eu quiser parar eu paro, porque eu não paro agora?'. E parei!

  

Em casa, tomei água e fui dormir, ao acordar, já no domingo de páscoa, dia 16 de abril de 2017, muitas comidas estavam sendo preparadas para aquele domingo em família, mas eu já havia me dito que voltaria a me cuidar e assim o fiz até hoje. Diminui o tamanho do prato para que tudo que eu quisesse comer coubesse somente naquele pequeno espaço e me satisfiz com o pouco que havia ali dentro.

  

Daí em diante, ao passar das refeições e dos dias eu fui percebendo meu corpo mudar, então, no dia 24/04 me pesei por a primeira vez após anos e estava com 98,4 kg, eu já me senti feliz, pois mesmo sem saber exatamente quanto eu pesava quando recomecei eu senti diferença na minha barriga, ela já não estava tãaaaao enorme.

  

Já no dia 02/05 realizei a biopedância (Esse exame mede o percentual de gordura corporal total, peso da gordura, peso da massa magra (músculo, ossos e órgãos) e a água no corpo, e indica o peso ideal para a composição corpórea.) com a minha querida Biomédica e Esteta Vanessa Gomes em seu consultório e ao subir na balança, uma alegria pra mim, 94,5 kg e 32,7% de gordura corporal.

  

No dia 15/05, já sendo acompanhada por minha amiga e Personal Trainer Mariana Soares eu já pesava 92,9 kg, com 108 de cintura e 119 de abdômen.

  


Em fotos essa evolução fica ainda mais interessante. Um beijo e espero estar ajudando vocês!

  



Me deixem um comentário, um e-mail, ou até mesmo um ‘direct’ em minhas redes sociais, vou adorar conversar contigo!

TODA QUARTA E SEXTA TEM RECEITA NO BLOG, confira no link abaixo:

BLOG: euenjoeidesergorda.wixsite.com/poralexafarias
FACEBOOK: facebook.com/euenjoeidesergorda
INSTAGRAM: instagram.com/euenjoeidesergorda
INSTAGRAM PESSOAL: instagram.com/eualexafarias
 

Comentários comentar agora ❯

  • Maxylene Cruz Estou muito feliz por você amor .Vou seguir seus conselhos e suas dicas ????????????
  • Mony Linda! Está de parabéns, continue com essa determinação. ameiiiii