28 Agosto 2009 - 14:52

Policiais de 17 estados finalizam curso de resolução de conflitos

 Policiais militares e civis concluíram nesta sexta-feira (28), o 1º Curso Nacional de Resolução de Conflitos Agrários, realizado em Maceió. Participaram do curso oito policiais alagoanos (sete da Polícia Militar e um da Polícia civil), policiais militares e civis dos estados do Pará, Maranhão, Pernambuco, Sergipe, Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Roraima, Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Piauí.

Escolhida como anfitriã, a Polícia Militar de Alagoas foi o primeiro órgão do Brasil a ser indicado para receber um evento deste porte. “Realizamos um antigo sonho. Agora, esperamos que todo o processo de aprendizado e o compromisso profissional sejam colocados em prática nos estados que receberão policiais mais qualificados”, ressalta o coordenador do curso, coronel Adilson Bispo, da PM alagoana.

Para o ouvidor agrário nacional, desembargador Gercino Filho, o curso de conflitos agrários proporciona um grande ganho para a sociedade. “Acredito numa redução da violência no campo e o trato com as questões que envolvem a posse de terra também será beneficiado”, ressaltou.

O curso teve a duração de 16 dias e contou com instrutores da própria Polícia Militar de Alagoas, do Centro de Gerenciamento de Crises e Direitos Humanos, do Conselho de Segurança, INCRA, Conselho de Direitos Humanos e da CUT/Alagoas. Também participaram lideranças dos movimentos sociais de outros Estados, como o juiz agrário, Renato Dresch e o procurador agrário, Afonso Henrique Teixeira, do estado de Minas Gerais.

O projeto do curso teve a parceria da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), Departamento da Força Nacional de Segurança e a Ouvidoria Agrária Nacional, que definiram a realização do curso em Alagoas pela referência que o Estado se tornou nos últimos dez anos no tocante a maneira como tem solucionado os conflitos ligados às questões sociais, em especial os conflitos agrários, através do Centro de Gerenciamento de crises e Direitos Humanos e Polícia comunitária da Polícia Militar de Alagoas.

por Divulgação

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