27 Setembro 2009 - 14:50

Convenção municipal do PDT junta Renan e Lessa

Assessoria

O senador Renan Calheiros, líder do PMDB no Senado e presidente da legenda em Alagoas, prestigiou neste sábado, 25, a convenção do PDT de Maceió, junto ao ex-governador Ronaldo Lessa. A convenção realizada em uma chácara na Serraria contou com a presença de mais de 500 pessoas, entre lideranças políticas e, sindicais, de partidos políticos.

Entre os presentes, o ex-vereador Thomaz Beltrão, do PT, a presidente estadual do PV, Sandra Menezes, os deputados estaduais Gilvan Barros – que deve deixar o PMN - e Jota Cavalcante, os vereadores Paulo Corintho e Amilka Melo, ambos do PDT, Sílvio Camelo, do PV, a ex-prefeita de Feliz Deserto, Rosiana Beltrão, o ex-deputado federal Jurandir Bóia, entre outros.

Renan reforçou em seu discurso a necessidade dos partidos que estão na base de sustentação ao presidente Lula no Congresso, em marcharem juntos na disputa eleitoral de 2010 em Alagoas. Mas, o senador ressaltou que ainda é muito cedo para falar das eleições do ano que vem. “Tenho conversado muito com o presidente Lula sobre as eleições no Brasil e em Alagoas e as alianças que são necessárias fazer”, informa.

“Uma coisa é certa, nós vamos está juntos em 2010, não chegou a hora ainda de estabelecermos as candidaturas, isso deve acontecer naturalmente a partir de fevereiro e a conjuntura política atual nos oferece uma oportunidade para juntarmos os partidos que formam na base do presidente Lula no campo da oposição em Alagoas. O nome do candidato a governador acontecerá no tempo certo e terá que ser uma construção coletiva de um grupo, não apenas um desejo pessoal”, disse Renan.

Renan destacou ainda o papel de Ronaldo Lessa como líder político nacional e o importante papel que ele tem a cumprir à frente. “Juntos nós temos mais condições para ganhar a eleição e para encaminharmos o desenvolvimento de Alagoas, com novos eixos econômicos, com inclusão social, reduzindo a pobreza, lembrando que nos últimos cinco anos a pobreza foi reduzida para a metade no Brasil”, acrescenta.

Para o senador, não tem sentido de que ao contrário do que aconteceu no País, a pobreza em Alagoas tenha crescido de 36% para 37%. “Isso não é possível”, destaca.
 

por Assessoria

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