12 Janeiro 2018 - 14:40

Prefeito Marcius Beltrão e autoridades envolvidas no Bom Jesus dos Navegantes concedem entrevista coletiva

Assessoria

O Prefeito de Penedo Marcius Beltrão, o Procurador Geral do Município, Dr. Francisco Souza Guerra; o comandante do 11º Batalhão de Polícia Militar Joanilson Sampaio Júnior, o Capitão Bomfim da Marinha do Brasil, o Padre Jackson Nascimento, o Superintendente de Transporte e Trânsito Ricardo Araújo e o comandante do 6º GMB (Grupamento de Bombeiros Militar), Renivaldo de Lima concederam uma entrevista coletiva para imprensa, sobre a organização da festa de Bom Jesus dos Navegantes, na qual a programação artística tem início nessa sexta-feira (12). As autoridades responsáveis pela 134º edição da festa explicaram as questões referentes à estrutura do evento, segurança, transporte e trânsito, parte religiosa, procissão fluvial, entre outros temas.

O procurador Geral do município Dr. Francisco Souza Guerra explicou a existência de um TAC- Termo de Ajustamento de Conduta acordado entre as autoridades, para garantir a segurança das pessoas, com a adoção de medidas como a proibição de caixas térmicas ou feitas de isopor, além da proibição de ingressar com qualquer objeto que represente perigo a integridade física do público presente. Também destacou o devido processo licitatório para exploração econômica da área, com o objetivo de redução dos custos da festa, assim como possibilitar o investimento na segurança do evento e na qualidade das atrações artísticas.

O comandante do 11º Batalhão de Polícia Militar Joanilson Sampaio Júnior abordou a segurança do evento e a disponibilidade de contingente para a festa, que inclui cavalaria, rádio patrulha, batalhão ambiental, contando também com o sobrevoo da aeronave da PM durante o domingo.

O evento desse ano conta também com o monitoramento de câmeras de segurança em todos os lados da arena, acompanhando a chegada das pessoas, além da contratação de 200 seguranças privados que atuarão na manutenção da ordem e tranquilidade de todos.

O superintendente Ricardo Araújo falou sobre a atuação da SMTT e as mudanças no trânsito, como interdição de vias, além da ampliação do horário do transporte coletivo durante o final de semana, para atender a todos que queiram comparecer aos festejos de Bom Jesus dos Navegantes. Também orientou a população, que apenas faça uso de táxis e moto táxis devidamente cadastrados, para própria segurança.

Sobre a procissão fluvial foi abordado que haverá a fiscalização por parte da Marinha do Brasil, quanto ao número de pessoas que poderão ingressar nas embarcações, não podendo ultrapassar o quantitativo especificado. Com relação às credencias para acesso a balsa foi informado que é de responsabilidade da Igreja o referido credenciamento. O Capitão Bonfim afirmou que ocorrerá uma intensificação nos trabalhos de fiscalização das embarcações e do tráfego aquaviário.

O Prefeito de Penedo cumprimentou os secretários municipais, a imprensa e as demais autoridades presentes e salientou a importância da festa para a econômia local.

“ Eu sempre digo que para fazer festa, tem que está em dias com as contas do município, com austeridade fiscal, situação essa diferente dos demais municípios. Tomamos medidas que a principio foram criticadas, mas necessárias para a cidade, sempre atuamos respeitando a todos e ao erário. A festa de Bom Jesus dos Navegantes aquece a economia local, como também outros eventos, como o Penedo luz, Festival de Cinema, entre outros, que compõem o calendário de eventos da cidade. Buscamos a profissionalização da festa, esse ano o palco tem 360º graus para que todos tenham acesso. Em 2005 a festa de Bom Jesus dos Navegantes era um pequeno evento, com poucas pessoas participando, sendo realizado em palco menor do que o atual palco da fé. Tornamos a festa de Bom Jesus dos Navegantes um evento grandioso, agradeço a todos os envolvidos na organização da festa”. destacou

por Assessoria

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  • WILSON Entrevista coletiiva? Falta do que fazer. Festa tradicional, manjada (no bom sentido, não há necessidade de tanta burocracia. Isto só se justificaria se houvesse complexidade ou algum fato novo. Não é o caso.