05 Fevereiro 2010 - 09:53

Representantes da comunidade LGBT de Penedo participam de Encontro Internacional

Divulgação
Dino Alves, Fábio Ramos e Rodrigo Lobo

Cerca de 400 ativistas em defesa dos direitos LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) de 35 países se encontraram para discutir diferentes aspectos da defesa da cidadania e combate ao preconceito e à homofobia. Com uma programação variada e abrangente, a V Conferência Regional da ILGA na América Latina e no Caribe foi realizada em Curitiba (PR), entre os dias 26 a 31 de janeiro.

Representando o Estado de Alagoas, estiveram presentes ao encontro, o jovem Rodrigo Lobo, Coordenador da Diversidade Sexual da Prefeitura de Penedo, Fábio Ramos e Dino Alves que representaram na oportunidade a ONG Pró-Vida. Para Dino Alves, membro da Comitiva Alagoana o evento foi de grande importância para o Movimento LGBT, considerando as valorosas trocas de experiências internacionais que ocorreram, durante os 04 dias de encontro. "É a primeira vez que o Brasil sedia esse encontro internacional e poder participar dele é muito emocionante", declarou Alves.

A ILGA (Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Intersexuais) é uma federação mundial que congrega grupos locais e nacionais dedicados à promoção e defesa da igualdade de direitos para lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e intersexuais (LGBTI) em todo o mundo. Fundada em 1978, a ILGA reune entre seus membros mais de 670 organizações, entre pequenas coletividades e grupos nacionais, representando, assim, mais de 110 países, oriundos de todos os continentes. No encontro de Curitiba, estará representada a seção da América Latina e Caribe da ILGA.

O evento discutiu os direitos humanos de LGBT na América Latina e Caribe (LAC). Na região LAC nos últimos anos, houve alguns avanços como descriminalização da homossexualidade no Equador, Nicarágua, Chile e Panamá. No entanto existem onze países (Antigua e Barbuda, Barbados, Belize, Dominica, Granada, Guiana, Jamaica, Santa Lúcia, São Cristóvão e Nevis, São Vicente e Granadina e Trinidad e Tobago) onde a homossexualidade é considerada crime, o que demonstra a necessidade urgente de ações do movimento e governos no enfrentamento desse e de outros desafios. Na Conferência haverá representantes de 8 destes 11 países e serão discutidas estratégias de descriminalização.

 

por Rafael Medeiros com Assessoria

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  • ciganinha Acho que a opção sexual de cada individuo diz respeito unicamente a ele. Também acho que uma vez mulher ou homem cada um ja tem seus direitos adquiridos.Não acho que necessariamente as pessoas tenham que mudar de sexo, ou se vestir como homem ou mulher, para demosntrar publicamente suas opções sexuais. Também acho que preconceito é o que eles ficam fazendo ao organizar eventos que busque reconhece-los e respeita-los.Como homens eles já possuiem esses direitos.
  • RSRSRSRSRSRSRSSR SERA QUE É REALMENTE NECESSARIO TER QUE TA EMCIMA DE TRIO PARA SE TER RESPEITO O MUNDO RESPEITA AQUEM SE A AO RESPEITO MUITOS GAYS ,LESBICAS BISEXAUS EXISTEM VIVEM SEM TER QEU PASSAR POR VECHAME PQOPÇÃO SEXAUL DE KADA UM SO DIS RESPEITOA KADA UM QUANDO COMESSAR A SE RESPEITA O MUNDO DA O RETORNO E DISER SAIR OU NÃO DO ARMARIO KB A KADA UM SE É MELHOR OU PRA TERQEU ANDAR LUTANDO POR DIREITOS MESMO NO ARAMARIO FAS TUDOE NÃO PASSA POR PRECONCEITO E AS VESES OS PROPRIOS ASSUMIDOS APONTÃ E CRITICA
  • Fábio Apoiar esses gays ninguém apoia,criticar todo mundo critica.Mais se alguma pessoa for tirar o direito de outra essa pessoa concerteza vai se sentir indignada pois tirou seus direitos.Portanto quando quiserem fazer algum tipo de critica seja ela construtiva ou ñ primeiro saiba do assunto...ser gay não faz vergonha,faz vergonha é vc ser gay e não assumir pra vc mesmo que é...e ñ prescisa ninguém saber só vc,e nem isso tem coragem de fazer,e o que diria de outras coisas como lutar por seus direitos