21 Dezembro 2009 - 10:16

Aumenta projeção de analistas para juros em 2010

Analistas do mercado financeiro aumentaram a projeção para a taxa básica de juros, a Selic, ao final de 2010, de 10,63% para 10,75% ao ano. A informação consta do boletim Focus, publicação semanal elaborada pelo Banco Central (BC) com base em estimativas dos analistas do mercado financeiro para os principais indicadores da economia. Atualmente, a Selic está em 8,75% ao ano.

Cabe ao BC perseguir a meta de inflação e para isso usa como instrumento a taxa básica de juros, a Selic, que atualmente está em 8,75% ao ano. Essa meta, com base no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), tem como centro 4,5%, com limite inferior de 2,5% e superior de 6,5%.

Para 2010, a projeção dos analistas do mercado financeiro para a inflação oficial em 2010 está no centro da meta de 4,50%, a mesma estimativa do boletim anterior. Para este ano, os analistas alteraram a projeção de 4,31% para 4,29%.

Para este ano, a estimativa passou de 4,31% para 4,29%. A meta de inflação, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é de 4,5%, com limite inferior de 2,5% e superior de 6,5%, válida para este ano e para 2010. e o próximo ano.

Os analistas também fazem projeções para outros índices de inflação. A estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) neste ano foi alterada de 3,87% para 3,82% e mantida em 4,50% em 2010.

Segundo o boletim, foi reforçada a expectativa de deflação, medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) e pelo Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), neste ano. A estimativa de queda para o IGP-DI passou de -1,02% para -1,27% e para o IGP-M, de -1,30% para -1,35%. Para 2010, foi mantida a projeção de alta de 4,50% para os dois índices.

A projeção para os preços administrados foi alterada de 4,29% para 4,31%, em 2009, e mantida em 3,50% para 2010. Os preços administrados são aqueles cobrados por serviços monitorados, como combustíveis, energia elétrica, telefonia, medicamentos, água, educação, saneamento e transporte urbano coletivo, entre outros.

por Agência Brasil

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