05 Novembro 2009 - 17:10

Vacinação Antirrábica é adiada para o dia 28 de novembro

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) adiaram para o dia 28 de novembro o ‘Dia D’ da segunda etapa da Campanha de Vacinação Antirrábica Canina e Felina 2009 em Maceió. O adiamento é em função do feriado do dia 20, alusivo ao Dia da Consciência Negra.

A secretaria entende que a mudança na data do início da Campanha de Vacinação beneficiará a população que normalmente aproveita o feriado prolongado para viajar. “Com a mudança, as pessoas poderão comparecer em massa aos locais de vacinação e proteger seus animais do perigo da doença. A raiva é um mal incurável, portanto é imprescindível a realização da vacinação em todos os gatos e cães”, ressaltou o secretário municipal de Saúde, Francisco Lins.

A vacinação acontece nos 186 postos distribuídos em Maceió e tem como objetivo imunizar 80% de cães e gatos. Na zona rural, a campanha acontecerá de 23 a 27 de novembro.

Segundo o coordenador do CCZ, Carlos Eduardo, é importante que os proprietários levem seus animais para vacinar. “A raiva deve ser constantemente combatida e a vacinação antirrábica é o único meio de prevenção a este mal”, alertou.

Doença - A raiva é causada por um vírus (Rhabdovírus), que se multiplica e se propaga, por meio dos nervos periféricos, até o sistema nervoso central, de onde passa para as glândulas salivares, nas quais também se multiplica. A forma mais comum de transmissão é através de contato com saliva de animal raivoso, seja por mordeduras ou lambeduras de mucosa e, até mesmo, por arranhaduras. Em áreas urbanas, o cão é o principal responsável pelas transmissões (quase 85% dos casos), seguido do gato.

O período de incubação da doença, no homem, varia de duas a dez semanas (em média, 45 dias). Uma vez infectado, não há tratamento específico e a letalidade é de 100%. O tratamento aplicado visa minimizar o sofrimento do paciente. Por seu caráter incurável, é imprescindível a realização da vacinação em gatos e cães.

 

por Roberto Lopes

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