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24/11/2016 06:14

Resumo da novela “Escrava Mãe”: capítulos de 28/11 a 02 de dezembro

Divulgação

Soldados aparecem e dizem que a escrava que fugiu foi esfaqueada

No capitulo 109, segunda-feira, 28 de novembro – Juliana foge dali. Almeida prende Maria Isabel no quarto e proíbe que ela saia. Osório luta com Miguel e o rende novamente. Loreto surge por trás e aponta uma arma na cabeça de Osório e manda baixar a arma ou morrerá ali mesmo. Loreto rende Osório. Beatrice sugere que Juliana tenha que partir o quanto antes e ela se assusta em ter que fugir novamente, mas desta vez para uma casa de um parente de quem Custódio estimava muito. Almeida corre para casa de Nestor e Urraca fica assustada ao vê-lo. Almeida tira a camisa, sentindo muita dor e já mostra a marca do ferro. Loreto prende Osório na câmara e Miguel também é levado pra outra cela. Almeida está no sofá, adormecido, com Petúnia ao seu lado, seminua, coberta por um lençol. Ela acaricia os cabelos de Almeida, que desperta, tonto. Urraca vai até Almeida e o beija na testa. Urraca diz que foi uma demonstração de amor pelo presente que ele a deu assinando um documento transferindo o solar para ela definitivamente. Almeida se espanta. Loreto vai até o solar da condessa e encontra os soldados e Crisaldo descordados e deduz que Catarina fugiu. Zé Leão chega ao armazém de Nestor e diz que ouviu um falatório na rua que pegaram escravo tentando fugir e era do Engenho do Sol. Nestor e Sapião acreditam ser Juliana. Zé Leão diz que parece ser uma mulher e está muito ferida e eles reagem espantados. Sapião, Zé Leão e Nestor ficam preocupados com o boato de uma escrava que estava fugindo e foi feriada. Desconfiam que seja Juliana. Loreto está espantado diante de Crisaldo e dos soldados que estão somente com as roupas de baixo. Ele chama a atenção de Crisaldo pelo o que fez e sai em direção a Doces Campos para descobrir alguma coisa. Urraca vitoriosa com o documento em mãos. Almeida se veste, irritado. Petúnia o observa, sorrindo, terminando de se vestir também. Almeida vai embora e Urraca feliz por ter conseguido o que queria: voltar à nobreza.

No capitulo 110, terça-feira, 29 de novembro – Teresa está na cama, preocupada, diante de Beatrice, porque Almeida saiu de casa na noite anterior e não voltou. Beatrice diz que isto é bom porque dá tempo de Tito Pardo e Juliana fugirem. Maria Isabel está trancada no quarto. Petúnia vai atrás de Almeida que a trata com frieza e indiferença. Dr. Pacheco observava com reprovação e diz para Petúnia arrumar suas coisas na pensão e ir embora. Petúnia fica espantada. Tomás, nervoso, diante de Quintiliano, Guilherme, Filipa e Bá Teixeira aguardam a chagada do sheik com sua filha. Nesta hora, batem na porta e é Loreto procurando por Catarina. Guilherme sai apressado com Loreto para procura-la. Almeida já está diante de Miguel e Osório, cada um em uma cela. Alguns soldados por ali, mais afastados. Almeida tira a chave da cela da mão de um soldado, já abrindo a cela de Osório que sai, furioso. Almeida diz que mandar Miguel embora o mais rápido possível. Sapião corre por uma trilha chamando por Juliana e Tito Pardo. Urraca diz para Nestor e Irani que Miguel perdeu todos os seus bens após o julgamento e que Almeida assinou um documento transferindo o solar de volta para ela. Charles entra de repente dizendo que precisa falar urgentemente com Nestor. Neste momento, Belezinha desce as escadas vestida de noiva e se declara para Charles. Enquanto Almeida, Osório levam Miguel algemado, Loreto, Guilherme e Zé Leão aparecem e dizem que Miguel é testemunha que Osório confessou o assassinato do Barbudo mas Almeida diz que a palavra dele não vale nada. Soldados aparecem e dizem que a escrava que fugiu foi esfaqueada. Miguel se assusta pensando que é Juliana.

No capitulo 111, quarta-feira, 30 de novembro – Charles diz para Belezinha que não está lá para se casar mas para conversar com o pai dela. Capitão seguro o braço de Catarina que grita para soltá-la. Tozé pede para pelo menos cuidar do braço machucado dela. Rebeca diz que tem dinheiro para pagar e o capitão hesita. Catarina percebe que capitão se distraiu e o golpeia fazendo a faca dele cair. Capitão grita para ela parar de correr e aperta o gatilho. Rebeca se joga na frente de Catarina. Catarina, Tozé, Sapião e Esméria se chocam com o que veem. Dália, que está com o rosto coberto por um véu, chega com o sheik, Violeta e mais dois escravos chegam na casa de Quintiliano. Todos vão ajudar Rebeca. Osório segura o braço de Catarina. Rebeca não resiste e morre. Os soldados entregam Miguel algemado para os guardas da Coroa. Alguns instantes e Osório aparece com Catarina e Esméria pelos braços. Catarina está ferida. Juliana desperta na carroça conduzida por Tito Parda já um pouco distante da Vila. Beatrice pede para Almeida soltar Maria Isabel do quarto. Ele abre a porta do quarto e se assusta com muitas cabelos no chão. Osório empurra Catarina para dentro da senzala acorrentada. Tia Joaquina diz para ela resistir. Quintiliano puxa o véu que cobre o rosto de Violeta e se choca. Tomás diz ao pai que quer se casar com Violeta. Quintiliano dá a benção e todos ficam felizes. Almeida conta para Teresa o que aconteceu com Maria Isabel e ela se assusta. Miguel está na mata da África e recebe mais uma carta de Juliana. Ela espera por uma carta de Miguel dizendo que vai voltar. Teresa e Beatrice conversam sobre Leôncio, que já está com seis anos de idade. Ele coloca uma barata morta no meio do livro que Maria Isabel está lendo. Almeida chama por Leôncio pelo canavial até que vê um pedaço de fita verde no chão e acha outro mais na frente. Almeida paralisa ao ver algo no chão que o surpreende.

No capitulo 112, quinta-feira, 01 de dezembro – Almeida continua assustado e se revela diante de Leôncio, um menino de aproximadamente 6 anos. Ele tem algumas fitas e um facão na mão. O garoto observa o pai, impassível. Almeida repreende Leôncio que estava sozinho no canavial. Leôncio encara o pai, em silêncio, antes de sair correndo. No engenho, Sapião retira uns amarrados de cana de um carrinho enquanto fala com Mina e lembra que Juliana gostava do dia da botada, da festa, do banquete. Almeida termina de desamarrar as mãos de um escravo magrinho, que tem os punhos enrolados com a fita verde. Osório, agora feitor do engenho, observa de longe. Teresa repreende Leôncio e Beatrice observa questionando se o garoto é filho de Teresa. Charles conversa com Nestor e Tomás sobre o cartaz a procura de um suspeito que entra nas fazendas para libertar escravos. Genésio entrega algumas cartas de Filipa à Quintiliano. Violeta parece agoniada diante de Rosalinda e revela que já fez de tudo para engravidar e não consegue. Juliana conversa com Tito Pardo sobre as lembranças da fazenda. Maria Isabel diante de uma roda de fiar, com o olhar perdido na roda. Catarina e outros escravos trabalham duro e Catarina está cansada, suada. Esméria serve uma cuia de água para a irmã. Esméria promete que vai arrumar um jeito de libertar Catarina e para isso vai pagar com a mesma moeda com Almeida, tirando o que ele tem de mais valioso que é o filho Leôncio, para a surpresa de Catarina. Filipa conversa com Bá Teixeira sobre a discussão que continua com o pai sobre seus pretendentes que insiste em lhe arrumar.

No capitulo 113, sexta-feira, 02 de dezembro – Juliana está sentada no chão, com alguns escravos à sua volta, crianças, adolescentes, alguns homens e mulheres. Eles estão atentos, sentados em roda, enquanto Juliana conta a história e procura despertar o interesse deles. Na África, Miguel está emocionado diante de um oficial da tropa que diz que ele já cumpriu a pena e que agora será mandado para Luanda, até o Depósito Geral dos Degredados. Miguel pergunta por quanto tempo ainda tem que continuar a pagar a pena, e o oficial responde que apenas o necessário para fazer o registro do término do degredo. Miguel vibra ao saber que pode voltar ao Brasil. Guilherme e Tozé conversam sobre os avanços no solar da condessa que estão ajudando os escravos livres a trabalharem e ainda afirma que falta conseguir a alforria da condessa. Kamau está na Vila e observa por alguns instantes. Nestor se aproxima de Kamau, curioso. Nestor oferece ajuda e Kamau diz que está à procura de trabalho. Tomás e Charles colam os cartazes do Cavaleiro da Mancha nos muros e fachadas. Kamau anda por ali e observa. Esméria hospeda Kamau no solar. Miguel escreve uma carta, dentro de uma cabana improvisada. Acontece uma festa na Vila e a moagem da cana continua, observada por Almeida, Teresa, Beatrice, Leôncio, Tia Joaquina, Sapião, Urraca e demais escravos. Almeida observa Leôncio, que aponta para algo que vê. É Maria Isabel, que se aproxima, devagar, toda de preto. Com sombrinha também preta, observando aquilo. Beatrice fica emocionada a ver a filha, que tem o olhar perdido na moagem. Juliana está cabisbaixa, com Tito Pardo ao seu lado, também triste. Eles estão diante de uma fogueira, numa área dos fundos de uma casa. Tito Pardo diz a Juliana que eles devem voltar para a Engenho do Sol ou então alguém aparecerá para tomar o que Ismael deixou após morrer e levá-los a força. Um sujeito acabara de chegar na Engenho do Sol, em cima de um cavalo, usando uma roupa escura, capa, chapéu e uma máscara no rosto, coberta por alguns retalhos de pano. A máscara é metade negra e metade branca. É o Cavaleiro da Mancha observando a casa grande da Engenho do Sol.

por Redação

 

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