A- A+
Enviar Imprimir
 
INFORME PUBLICITÁRIO
04/04/2014 15:49

A 17 dias da Páscoa, acolhidas aprendem a confeccionar ovos

A dezessete dias das comemorações da Páscoa, os técnicos da diretoria de Reinserção Social da Secretaria de Estado da Promoção da Paz (Sepaz) ministram de 3 a 9 de abril oficinas de confecção de ovos de Páscoa para jovens e mulheres acolhidas. O curso ocorrerá nas Comunidades Acolhedoras conveniadas à Sepaz.

A ação ocorre em parceria com o Instituto Nordestino (Inor) e atenderá 61 acolhidas em recuperação de dependência química nas comunidades acolhedoras femininas Projeto Sarar, Casa Betânia e Comunidade Kerygma.

Na quinta feira (3) a oficina foi ministrada na comunidade Projeto Sarar, atendendo cerca de 30 jovens acolhidas que buscam livrar-se da dependência química. Com toda logística montada na área de convivência da comunidade, a equipe da reinserção social, sob a coordenação da técnica em enfermagem Rafaella Cavalcante, se revezaram ao longo de todo o dia na produção dos ovos, laços de fitas e embalagens.

“Agora sou capaz de produzir meus próprios ovos de Páscoa, mas espero que venham mais cursos como estes”, comentou uma das acolhidas. Diversas atividades foram trabalhadas com as acolhidas na oficina, desde a confecção dos ovos, embalagens e laços, até as mensagens motivacionais de Páscoa.

“Nosso objetivo é resgatar a auto-estima das jovens e mulheres, propiciando a elas técnicas de geração de renda futura, com isso buscamos desenvolver nelas uma valorização pessoal”, afirma Sueli Xistos, diretora de Reinserção Social.

A facilitadora das oficinas, Rafaella Cavalcante, destacou o significado das oficinas. “A ideia é mostrar às acolhidas que é possível a geração de renda a partir da produção de ovos de chocolate saborosos e com preços acessíveis. Com isso, metaforicamente, não damos o peixe, mas ensinamos a elas como pescar”, ressaltou Rafaella.

Já o superintendente de Políticas sobre Drogas, Luan Gama, afirmou ser possível perceber a diferença na auto-estima das jovens, a partir do momento que elas se vêem capazes de produzir algo. Elas passam a se sentir mais úteis e dotadas de capacidade produtiva. “Estrategicamente, a oficina está sendo realizada neste período, para conduzir as acolhidas a uma reflexão do que celebramos na Páscoa, que significa o começo da vida; para elas, é a possibilidade de um recomeço”, observa Luan.

A ação atenderá na próxima semana às comunidades Casa Betânia e Kerygma, nos dias 7 e 9, respectivamente. Possivelmente, também será estendida às jovens e mulheres pós-acolhidas que estão em processo de reinserção social.
 

por Agência Alagoas

 

Os comentários são de inteira responsabilidade dos autores, não representando em qualquer instância a opinião do aquiacontece.com.br ou de seus colaboradores. Dê sua opinião com responsabilidade! Para maiores informações, leia nossa política de privacidade.

comentários

Nenhum comentário ainda